Fala Que Eu Te Escuto Se Der Respondo; Maradona no Newell´s Old Boys

Mais de uma pergunta se Maradona jogou no Newell´s Old Boys, de Rosário.
Sim, jogou e fez gol até. Foi em 1993, durou meses, passagem curtinha.
Abaixo, um gol dele com a camisa da Lepra.
Fala Que Eu Te Escuto, Se Der Respondo… Euro 96, 1ª fase, Inglaterra 4×1 Holanda
Essa Euro de 96, décima da história, aparentava ser uma espécie de redenção no campo dos resultados do futebol inglês. A liga nacional saindo do malditismo, jogadores vindos do time semi finalista no mundial de 90 de muita identificação com o público local: Stuart Pearce, David Platt que era reserva no Euro 96 mas vivia entrando é bem verdade e Paul Gascoigne além de Alan Shearer, da geração de 96 que sempre desandou a meter gol com a seleção no Newcastle mas se afirmou aqui. Mesmo sem título pra Inglaterra que caiu outra vez como em 90 contra a Alemanha e nos pênaltis.
Shearer, Sheringham, Mcmanaman, Ince, especialmente Gascoigne e Anderton mais o fato de ser um time treinado pelo Terry Venables que muitos vieram a conhecer quando treinou o Barcelona bem antes da seleção.
Por sua vez, a Holanda que já era treinada pelo Guus Hiddink não era nem sombra do time que poderia tranquilamente ser campeão do mundo em 98, perdendo no mundial por um motivo que vai além do Sobrenatural de Almeida, a grande figura que nunca existiu. A Holanda ter sido a 4ª colocada em 98 tem uma explicação bem mais simples que qualquer conexão meta futebolisca, o fato de uma Copa do Mundo só permitir um único campeão.
Aqui, nesse jogo, a coisa se deu de uma forma bem simples Venables amarrou a Holanda trancou todo jogo pelos lados e de passe curto dos holandeses, atacou desgastando o rival a partida só foi a 4 depois do segundo tempo.

Flyer entregue no estádio
Inglaterra ( 4-4-2/4-3-1-2 ) Seaman; Gary Neville, Tony Adams ( capitão ), Southgate, Stuart Pearce; Ince ( Platt ), Mcmanaman, Anderton; Gascoigne; Shearer ( Fowler ) e Sheringham ( Barmby ). Técnico: Terry Venables
Holanda ( 3-3-1-3 ) Van der Sar; Reiziger, Blind ( capitão ), Bogarde; Winter, Ronald de Boer ( Kluivert ), Witschge ( de Kock ); Seedorf; Jordi Cruyff, Hoekstra ( Cocu ) e Dennis Bergkamp. Técnico: Guus Hiddink
Gols: Inglaterra, Shearer e Sheringham 2 cada. Holanda: Kluivert
PS: Flyer entregue só com 4 libras a menos no bolso.
Fala Que Eu Te Escuto Se Der Respondo… Maradona e Riquelme
Riquelme é, sem dúvida, o primeiro craque argentino Pós Maradona.
E são poucos, Verón vem um pouco antes e me parece bastante passível de discussão se é um jogadoraço ou craque. Craque é outra coisa, literalmente de explicação que pediria outro texto, assim conseguiria me explicar. Na Argentina são poucos os craques. Existem muitos bons jogadores, muitos outros que compreendem o jogo e isso é fundamental, mas craques na seleção de hoje? Messi, Messi e Messi. Javier Zanetti outro anterior a Maradona que estréia na seleção em 95 com Daniel Passarella mesmo hoje com 37 anos pode ganhar esse selo também, apesar de muitos julgarem e de forma equivocada com um ponto de visto limítrofe do jogo ser impossível um jogador de defesa ter status de craque.
Existe uma diferença entre o grande jogador ( Tevez, Batistuta ) com o craque ( Riquelme, Messi ). O fato de não ser craque não diminui pra nenhum motivo um grande jogador, que também pode ser fundamental.
Pois, Messi do alto de seus 20 e poucos anos Messi é mais sério, profissional e qualquer coisa, menos um sujeito de 30 que se porta como um fedelho mimado, que na Copa América tratou de cagar na cabeça dele Messi, em um episódio reportado como ” A Briga “ na concentração só confirmando entre os companheiros que Riquelme é intratável, não introvertido. Riquelme é isso, um barbado de 30 anos que se porta como uma criancinha mimada, ou tem tudo mediante os termos dele ou faz o que fez agora mesmo, acaba tudo e pare o mundo que se foda. Não se sentiu mimado e agora sai correndo da seleção alegando ” falta de respaldo “.
Se é verdade que não é das coisas mais agradáveis o sujeito ver uma queimada do técnico da seleção dele no jornal, mais verdade ainda que renunciar a seleção deixa claro tudo já dito pelo Engenheiro, Manuel Pellegrini em 2003, quando Román ainda militava no Villareal, que o 10 da vez não sabia conviver em grupo. Depois de ter falado um pouco mais além da conta, Maradona buscou reaproximação, ligou 5 vezes e Riquelme não atendeu nenhuma, ficou claro a mágoa tonta e vazia típica dos que tem Síndrome de Reizinho.
Desde sempre Maradona teve um temperamento de merda, verdade, como quando brigou com Toresani em 95, exemplo de concurso. Mas não é menos verdade que se ele não é anjo, finalmente se convenceu… é um terráqueo de carne, osso e sangue e disso se deu conta faz pouco tempo, mas ótimo que se deu conta, existe no comportamento dele uma margem pra conseguir se reavaliar situações, relações, o gênio forte não surge aí como um desvio de caráter premeditado.
Verdade que se o treinador cruzou um pouco a linha, insisto o 10 da vez pouco faltou dizer ” não brinco mais “. Tanto contra Escócia e França, dois exitos, Maradona escalou um time com num 4-4-2 clássico e jogou debaixo da solide defensiva e do contra ataque, Riquelme não cabe nessa idéia de time. Não existe lugar pro enganche aí, que se note, tanto a falta de craques e sobra de bons jogadores é real no futebol argentino que o substituto da vaga do Riquelme é o Daniel ”Rolfí” Montenegro do Independiente, ex Huracán e River. Muito rápido, pega forte na bola, bom jogador mesmo, mas não faz uma unha do antecessor pentelho.
Que a bola do 10 do Boca é coisa de exceção não pode fazer com que venha se esconder atrás disso um comportamento infantil, acontecendo isso vai ser o eterno craque Gillete Prestobarba do Apertura e da Libertadores quando o seu talento lhe reservam coisas muito mais relevantes e dignas da bola que joga.
O assunto repercutiu obviamente e ontem na Bombonera na vitória sobre o Argentinos Juniors. Ganhou o Boca 3×0 e Riquelme jogou com raiva. Algumas faixas Pró Riquelme fizeram o baixo clero da imprensa argentina babar de alegria e maldosamente falar em uma espécie de Goleada Moral sofrida por Maradona como saldo desse conflito.

Pra lidar com um assunto tão espinhoso maldade e tentativas de se criar uma intriga maior que existe pelos meios de comunicação não vão faltar ( Diário Olé em especial ).
Na primeira vez que abriu de jogar mão pela seleção, Maradona sentou o sarrafo até na mãe do Riquelme, motivo alegado: O fato de sua mãe não conseguir lidar com as críticas depois do mundial de 2006, Riquelme pediu pra não ser mais chamado pela seleção.
Maradona jogou sua última partida no Monumental contra o River, clássico que o Boca perdia 1-0. Foi substituído por um postulante a camisa 10 que também vinha do Argentinos Juniors, fizesse o movimento de fora Diego e dentro Román. O Boca virou o jogo, 1-2 ( li isso no La Nación, porém, salvo engano em 97 só me lembro de um clássico no Monumental o 3-3 de fevereiro que o River buscou jogando com 9 depois de sair perdendo por 0-3 antes do começo da partida).
Isso só úm dado curioso, meramente ilustrativo. Por que mais uma vez, a insuportabilidade de se conviver com Riquelme tirou ele da seleção, ele mesmo se retirou da seleção, os companheiros sabem que vão perder um craque dentro de campo, mas agradecem por não precisarem mais carregar um guri mimado, que só se cerca de bajuladores baratos e não aceita ser contrariado nem pro próprio bem.

Fala Que Eu Te Escuto Se Der Respondo… Comprando Cavalos Em Portugal
Não, não é nenhum título espertinho de texto. Nas citações do Google que trazem o povo pra cá, em 3 queriam saber como comprar cavalos em Portugal?
Lá me fui eu, com um nome falso mandei um e-mail pra Coudelaria Oasis, que vende cavalos Árabes, de Portugal ( ? ) ( http://www.coudelariaoasis.web.pt/ ). Dizia eu: ” Tenho interesse na compra do cavalo Pierre Al Oasis, exposto na vossa página, como somos ambos piscianos e sei de todos os trâmites necessários para que se efetue o negócio que será feito mediante circunstâncais especiais, pois vivo no Brasil, mas isto jamais será empecílio. Peço o preço e desde já sou grato. Eduardo Rubens Carvalho ”.
Achei que nunca ia ter resposta, tive em menos de 4 horas. Mandei hoje o e-mail e hoje mesmo me mandaram o preço com resposta. Respondia: ” Ficamos gratos pelo seu interesse, se trata de uma escolha da maior valia. O preço bruto é de 30 mil euros. Não será problema a distância.
Orlando Canudo
Tlm: 962334756
Telf: 284412332
Residência: Rua Dr. Egas Moniz n.º 26
7940 – 156 Cuba
Acabei de mandar um e-mail, ainda como Eduardo Rubens claro, dizendo que não poderia dar prosseguimento ao negócio. Mas esse é o cavalo que eu compraria, de fato, nós dois somos piscianos. Não consegui carregar a foto do cavalim, mas tá aqui o link: http://www.deei.fct.ualg.pt/~a16833/oasis/pierre.php
Fala Que Eu Te Escuto… Se Der Respondo; Alemanha 2 x 1 Holanda, Copa de 90

Oitavas de final do Mundial da Itália. Um episódio bastante lembrado desse jogo foi quando Frank Rijkaard então centro médio do Milan deu uma voadora no meio de Rudi Völler na época centro avante de Roma. A rusga ganhou novo contorno e poucos minutos depois da falta os dois quase se engalfinharam dentro da área, lá, Rijkaard presenteou o técnico da Alemanha em 2002 com esse presentinho que tá bem a vista. O jogo? Tem um compacto de quase 10 minutos da tv alemã abaixo. Por cima o que dá pra dizer é que a Holanda de 90 não era, nem fisicamente, a mesma de campeã da Europa em 88. A Alemanha inteira, com um time muito bem montado por Franz Beckenbauer que depois foi campeão do torneio.
Alemanha ( 4-3-3/4-1-2-1-2 )
1 Illgner; 2 Reuter, 4 Kohler, 5 Augenthaler,3 Brehme; 10 Matthaus ( capitão ); 6 Buchwald, 7 Littbarski; 9 Voller ( expulso ) e 18 Klinsmann ( 13 Riedle). Técnico: Franz Beckenbauer
Holanda ( 4-3-3 )
1 Van Breukelen; 2 van Aerle ( 12 Kieft ), 3 Frank Rijkaard ( expulso, jogou esse jogo e tantos outros de zagueiro ) 4 Ronald Koeman, 5 van Tiggelen; 6 Wouters, 20 Winter, 11 Witschge ( Gillhaus ); 10 Gullit, 14 vant´Schip e 9 Van Basten. Técnico: Léo Beenhakker
Esclarecendo Daniel Passarella…. Argentina 1 x 2 Holanda, Copa do Mundo 1998
Antes de qualquer coisa, quando se fala na Argentina de 98 se fala em Daniel Passarella e alguns de seus bens chatinhos metódos no convívio com tudo que dissesse respeito direto a Seleção ganharam contornos duma vilania desproporcional, que ele simplesmente não tem.
No campo vem os esquecimentos, Zanetti, que só não era melhor que Cafú e Thuram essa altura da vida. Muito menos não se dá o devido valor aos dois centrais Ayala e Sensini. O que jogavam Almeyda, Simeone, Ortega e o craque do time que era Juan Sebastián Verón, abraçado com Daniel Alberto na foto. Ainda, a fase ultra goleadora do Batistuta e numa escala menor, mas não menos importante do Piojo Lopez. Tinham estilos que se completavam.
Mas qualquer um vivo e são em 1995, ano que assume Passarella a seleção, lembra da maior bobagem que se criou em torno dele. Que proibia jogadores de cabelo comprido no time. O que nunca existiu, o que sim fez Passarella foi afastar da Seleção os principais líderes de 86,90 e 94. Pra quem não sabe, em 94 Basile chegava bêbado na concentração na companhia as vezes até de jogadores igualmente mamados, que na concentração tinham suas famílias, podiam falar com a imprensa na hora que fosse. Particularmente não vejo eu nenhum problema nisso, as bebedeiras tampouco o ambiente que criaram não tiraram a Argentina da copa em 94. A baixa depois da sacanagem que fizeram com Maradona e como comprometeu a equipe animicamente é um fato. Outro, 17 chutes no gol da Romênia, só duas entram, deles 3. O ambiente não era nefasto, foi fundamental pro sucesso de 86 e pro sucesso sem vitória de 90.
As equipes de 86 e 90, dirigidas por Carlos Salvador Bilardo tinham em comum a solidez defensiva mais o fato de em 86 o escape do contra ataque estar em Burruchaga e Maradona já em 90 era Maradona e Caniggia.
Alfio Basile vê o futebol de uma maneira totalmente diferente. Em 94 um meio com Simeone asilado na função de volante, Redondo, Maradona depois Caniggia, Balbo e Batistuta. Ainda com Chamot e Cáceres toda hora vindo do fundo. Partia de uma premissa de ter mais posse de bola, encurtar o campo pro rival com seus jogadores de frente ( e nisso não falo em nenhuma marcação holandesa ).
Passarella era um híbrido futebolístico dos dois, tri campeão nacional com o River Plate, ( assumiu em 90, se aposentou em 89 num Boca x River que foi expulso jogado no campo do Velez ) era disciplinador, muito e talvez até demais no começo da carreira, inflou esse personagem na Seleção. Mas nunca um babaca que proibisse jugadores de cabelo curto ou largo no time, pode sim querer se pegar no pé dele por mil motivos, não ter chamado Sorin, poderia discutir por que não Caniggia por Claudio Lopez ( que na época voava no Valência ).
Só esse mito devia ser esclarecido, talvez tenha acontecido até coisa pior, uma espécie de transformação da Seleção no time dos meninos do treinador. Apesar de eu não ver gente com o temperamento do Simeone e do Verón se sujeitando a isso. Mas que sim existia com Passarella a figura do chefe, ausente do banco da seleção há tanto tempo e seu antecessor ter um administrado um bordel e não um time de futebol, cria uma onda de excessos na disciplina? Acho que sim, no momento Fernando Redondo outra controvérsia da sua época na Seleção não jogar era questão também de sistema, queria um 5 fixo como Simeone. Não se tratava só de desavença pessoal com o treinador.
Outra, fazer uma forcinha e pensar com a cabeça alheia nunca doeu. Passarella foi rifado da Seleção como capitão e jogador justamente quando a semente desse grupo é plantada em 82, por Maradona. Passarella por si mesmo deve ter tido muita dificuldade pra conviver no ambiente de 86, no qual foi quase que implantado por Bilardo contra a vontade de Maradona. Em 86 sequer jogou. Fosse a 94 seguramente ali buscaria o suicídio em segundos de convívio com aquela maneira de se levar as coisas.
Além do mais sua eliminação na Copa do Mundo foi num jogão com a Holanda, os 8 minutos e um pouco mais do compacto dão uma idéia. Idéia de 8 minutos em 90, mas dão.
Argentina 1×2 Holanda; Quartas de final, Copa do Mundo 1998.
Argentina ( 4-3-3 )
1 Carlos Roa; 22 Javier Zanetti, 2 Roberto Ayala, 6 Sensini, 3 Chamot( 18 Balbo ); 8 Simeone ( capitão ), 5 Matías Almeyda ( 4 Pineda ), 11 Verón; 10 Ortega, 7 Cláudio Lopez e 9 Batistuta. Técnico: Daniel Alberto Passarella
Holanda ( 4-4-2/4-3-3)
1 Van Der Sar; 2 Reiziger, 3 Jaap Stam, 4 Frank de Boer ( capitão ), 5 Numan; 7 Ronald de Boer ( 14 Overmars ), 6 Jonk, 16 Davids, 11 Cocu; 10 Bergkamp e 9 Kluivert. Técnico: Guus Hiddink
Gols: Kluivert, Lopez e Bergkamp.
Fala Que Eu Te Escuto… Se Der Respondo ( Numeração: Anderson Polga )
A pergunta é um tanto que inusitada, mas tá lá entre os termos pesquisados.
Dizia o termo:
” anderson polga jogava com a camisola numero? “
Claramente vinda de Portugal a pergunta, pelo uso da expressão camisola, minha memória consegue chegar nas numerações do Polga.
Quando começou no grêmio, como volante ( era conhecido junto com Eduardo Costa por serem os juvenis que ” não podiam nem se aquecer e já eram vaiados ” ). Usava a número 5, mas me lembro de partidas dele com a 8. Mas como volante mais a 5, era um volante de pouca qualidade, lento demais.
Até que foi pra zaga, efetivado pelo Tite, era 2001. Na zaga também usou a 8, mas passou ali também a ter mais o número 4 nas costas, jogou amistosos com a Seleção Brasileira usando o número 4, se não me engano fez até gol na sua estréia. Era bom zagueiro, isso sim, firme e de boa antecipação compensando seus 1m82. Convocado para jogar o Mundial de 2002, foi penta usando a número 14. Jogou como titular na partida contra a Costa Rica, na qual o Brasil fechava a primeira fase já classificado e goleou por 5×2.
Já no Sporting de Portugal, onde joga até hoje desde 2003, sempre usou a número 4.
Fala Que Eu Te Escuto… Se Der Respondo ( Fabiano Costa, cadê? )
Quando apareceu no São Paulo era só Fabiano. Depois, Fabiano Genro do Luxemburgo e ainda Fabiano Costa. Passou pelo Internacional, Santos e Albacete da Espanha. Jogou muito rápido pelo América do México, time financiado pela Televisa que o transferiu pro segundo clube dele lá o Necaxa, igualmente bancado pela Televisa. Desde 2004 milita no Puebla. Por lá virou Fabiano Pereira. Essa foto é de quando ainda tava no Necaxa.
Fez parte da Seleção Brasileira que jogou as Olímpiadas de 2000.



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