Mas até 3.0

Perdón, Que Horror! Solo Fue Un Chiste ( Es Peligroso… )

Publicado em Crime, Historinha, Política por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Novembro 11, 2009

carrio1Ser boquirroto es triste, presupone ser impulsivo de una manera bastante pelotuda, el boquirroto también suele ser alguién muy limitado intelectualmente, mas habla que piensa.

Peor que boquirroto es ser uno de esos y ser mal intencionado. Casi que una modalidad oculta de hablar mucha mierda, hacerlo buscando atención, creyendo que esta pegando fuerte a alguién, habla muchas cosas y como ya dijo la prima de Carrió ” quien se ocupa de hablar mal de los otros, está mal “.

Elisa Carrió, que ya llamó a medio mundo de fascista y ahora, hace cuatro años conectó y relacionó a Duhalde con el crecimiento del narcotrafico en la Argentina.

Eduardo no tiene capacidad para tanto, es un tipo repelente, pesimo gobernante, un hombre publico de cuarta, pero parte pesada del narco? Por favor.

Eduardo Duhalde es un chabón y mala mancha en la historia local recente, basta el recuerdo de los comienzos del siglo, en la epoca de los miles de presidentes en 3 meses. Pero la cosa cambia si cuidamos del contexto, Duhalde acusado de narcotraficante en un tribunal y por Carrió… convierte en un angelito el ex presi. Pero solo para ESTE proceso y nada más.

Ahorita mismo, a las 15h30, Carrió pidió disculpas, que nunca esas acusaciones salieron de su boca, y la corte acceptó. En un dia cuatro años de alegaciones sistematicas, graves se pudrieron y el cagazo de una sanción penal habló mas alto. Lilita sufrió con los golpazos electorales recientes que no la pusieron ni en la curta linea de las listas de la UCR. Esta acabando, se ahoga en su ridiculez.

Grita que uno era faccio, otro un derechoso en disfraz de peronista, siempre acusaciones mucha grita y nada más. Una version femenina y de la politica de Sanfilippo, pero con matices mastodonticos.

Que seriedad tiene alguién con una ímpar capacidad de cagar boca afuera las barbaridades que esa mujer caga? Siempre con una serie de defensas descabidas y vacias, llegó a un ponto en que Carrió defendio a Strossner! Fue en contra la ley del reconocimiento por ADN, pero lo que pasó hoy es que deja una marca rotunda sobre como se trata de una figura opaca, juvenil en sus actos que si es una irresponsable mal intencionada, pero loca y pasional como quieren venderla para justificarla? No.

A ver, si fuera loca, se agarraba con su condena en lo que dijo sobre Duhalde y haria una martir de si misma. Pero no, zafó su piel y mandó a la reputamadre todo lo que dijo de manera tan consistente por cuatro años, un ataque grave, decir que alguien es el responsable por como crece el narco de tu país es pesado.

Sus bajones electorales seguro que van a contener ese tipo de apariciones con dichos que ya cayeron en el ridiculo, nadie quiere oír a alguien sin un mandacto en la mano, Lilita va a desaparecer y luego no tendrá uno en la mano, eso será pronto, menos mal.

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Elton Brum da Silva

Publicado em Crime, Mídia, Política, Violência por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Setembro 2, 2009

Elton Brum da Silva, ou como a RBS gosta de dizer ” o sem terra que morreu “, mesmo tendo sido assassinado pelas costas e por engano. Sim, engano, a muito apurada capacidade da segurança pública gaúcha o confundiu com um ” outro “. Outro, O Sem Terra que Morreu pra eles as pessoas que são oprimidas na verdade oprimem. Agora, pra quem não sabe, existe uma lista negra da polícia e do governo feita de membros do MST que devem ser mortos.

O nome do assassino de Elton até agora não foi divulgado, deram um tiro nas costas dele por ser negro, como era negro a pessoa que fazia parte dessa lista que segue a melhor tradição direitosa gaúcha a do ” tem que matar isso aí tudo “. Isso aí tudo sendo, negros, miseráveis, homossexuais, doentes, moradores de rua…  ou qualquer ameaça que conteste sua existência e vista de um mundo com mais gente branca como eles.

Lembro no governo Olívio, a Cpi dos Bingos, na qual todos foram inocentados depois, a RBS tratava como se fosse a volta dos Nazis na face da terra. Hoje um homem é morto pelas costas e eles querem aplicar em quem que não sabem o nome do assassino, pelas costas? Ficam em silêncio, é repelente.

Notícia pra virar o estômago veio hoje na Folha de São Paulo, jornal direitoso mas nem tão pelego quanto a Zero Hora. No mesmo local onde se deu o assassinato gratuito de Elton, covarde, pelas costas acontecem e aconteceram tortura e agressão do aparato policial com armas de choque e cacetetes contra crianças, há notícias de bebês que apanharam na cara.

http://diariogauche.blogspot.com/2009/09/policia-de-yeda-torturou-criancas.html

A RBS agarrada no maior cadáver político da história recente do Brasil que é essa catrefa, essa gentalha desse governo Yeda respaldada pelo PP, Simon, Germano…  sequer informa isso.

Overnadora

Publicado em Brasil, Crime, Política por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Julho 17, 2009

folhacapayeda

Se julga Yeda Crusius uma rainha, por outras horas uma estadista. Hoje foi dormir com a plena certeza que soube lidar de maneira perfeita com os manifestantes que foram protestar na frente de sua suspeitérrima mansão. Chamou os que protestavam pacificamente… pra porrada, isso mesmo, um gesto com a mão chamava o pessoal do outro lado da grade.

Yeda fez a pior e mais pastelônica cena cometida por qualquer governador na história. Armada de um par de cartolinas e mandou uma mensagem pra quem tava na rua. Desenhado com canetinhas hidrocor, roubou do netinho? Era quase ilegível, algo do tipo “CPERS terrorista”. Che… ela é governadora! Compreende que isso não bate?

Terrorista é ela, sem nenhuma noção da importância do cargo que ocupa, afundanda em denúncias de corrupção e até assassinato. Terrorista é a meretríssima senhora Overnadora. O senso do rídiculo cruzou todas as linhas que ele conhece, ontem conheceu umas novas e quando pensou que a baixaria da mais grossa tinha acabado com Yeda indo confrontar os manifestantes, fato que inflamou o pessoal que também era grosseiramente xingado pela filha da dona do muquifo mais opulento da  história, Tarcila, e criando aí um clima de hostilidade que partiu sempre dos Roratto Crusius, nunca dos manifestantes. Massa, é insólito a governadora e a sua filha vai te xingar do nada! E sabe quem surge e bem inflada pra parar quem a família Roratto Crusius provocava e tentava humilhar?

Surge um time da brigada militar, batalhão de choque, pra provar que vieram com ordem clara, baixar o sarrafo. A violência do ataque policial foi desproporcional e covarde, até uma vereadora foi agredida e foi pesado o que fizeram com Fernanda Melcchiona, PSOL, foi pisoteada e agredida, quadros dirigentes do CPERS igualmente. Foi algemada e levada ao Palácio da Polícia a presidente do CPERS, sobrou até pra um fotógrafo acabou indo pra polícia assinar um termo. Foram 6 detidos ao todo.

O que mais falta acontecer? Ou melhor, o que de pior e tacanho ainda esta por vir? Guerra de cartolina? Nesse meio tempo José Serra, Sérgio Guerra devem tá cada um com olho mais esbugalhado que o próximo se já queriam Yeda fora da cena pra 2010, e ela quer concorrer outra vez, o que dizer ou pensar de Dona Roratto agora?

Ao passo que isolar a area da sua casa e contar com proteção policial já de madrugada, sabendo do protesto que não foi de surpresa poderia simplesmente isolar as cercanias da sua casa e deu. Não fez isso de pateta e incapaz, aliás como quase todos que o cercam no governo.

O que a irritou profundamente já que lhe acordou no auge do seu sagrado sono matinal e impediu seus netinhos de irem ao colégio.

Deve ter pensado: Como pode, eu, do alto da minha mansão comprada com o dinheiro mais ilegal dos últimos tempos ser importunados pelo… pelo… Povo?

Que força política por si só tem estofo, capacidade de fazer repercussão pra um fato um evento desses igual ao que passo?

Respondo tranquilo que nenhuma das que lá estavam presente teriam essa capacidade, esse alcance. Fariam uma fumacinha com uma semana de repercussão e esquecimento. Esse fato que teve como agente provocador forças políticas agora inexpressivas, o alentador é que é tanta mas tanta denúncia que não haverá esquecimento de toda a baixaria.

Yeda jogou na lata do lixo uma baita chance pra passar por vítima, fazer um gol coisa que ela não faz há muito tempo.

Back In Crap

Publicado em Crime, Política por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Maio 16, 2009

YEDAGATE

Três anos de denuncias pesadas contra o governo da antiga Sra.Crusius, não eram denuncinhas, já se vão 3 anos de coisa muito pesada contra ela e seu governo. As mais recentes envolvem assassinatos, adulteração de cadáver e quem foi a vítima de isso tudo foi Marcelo Cavalcante, um antigo colaborador e até onde se sabia alguém da maior confiança da governadora.

Uma coisa também que tem de se entender antes de mais nada, as chamadas ” Denúncias do PSOL ” são denúncias que agora dizem respeito ao Ministério Público, faz um bom tempo já o são. Eles poderiam falar sobre estas se fossem processados por alguém, seria aberto um precedente legal pra tanto, mas eles não ocultaram nada. Se alguém falasse qualquer coisa rompia sigilo de justiça. O problema todo, de imaturidade política foi deixar no ar a idéia que eles sabiam, mas não podiam falar. O que um desavisado não entenderia, pensaria, ” como eles sabem e não falam? “.

Que exista todo tipo de restrição ao PSOL, mas que se trata de partido de gente armada com más intenções? Não, mesmo. Um partido ainda imaturo e isso se sente pelo cheiro? Sim. É um partido que nem encarou um Executivo pela frente, tem muito o que andar ainda. Eles tem uma coisa que um pedaço do eleitorado bastante importante de se ter na mão. Se trata de uma característisca que adora a classe média, são moralistas da gema.

Quando digo moralista não digo hipócrita, como se fossem o Anti Philip Marlowe F.C.

Voltando as acusações que merdificam o ambiente no qual vive o governo do Rio Grande do Sul. Tem coisa séria demais… assassinatos, desvio do erário, uma casa comprada durante uma campanha eleitoral ( e abaixo do preço de mercado, sendo que outros compradores ofereceram ofertas melhores )  fraudulentas.

O governo do PSDB no RS vai além, a organização do aparato Estatal feito sem nenhum tipo de conhecimento como tocar a máquina, ou seja, metem a mão e são desprovidos de capacidade até de fingir que as coisas vão bem.

Essa gente não sabe nem mentir, a RBS mente por eles e já nem eles tão conseguindo mais mostrarem como defensáveis o povo da Yeda, é cagada em cima de cagada.

Não vamos nunca nos esquecer, as mudanças compulsivas no secretariado, geraram em mais de uma gol contra pro governo. Partidos que abandonaram a base aliada, o vice governador humilhado, posto de lado, desde antes da posse e como é meio porra louca tratou de fazer a vida do Piratini um inferno. Um dos maiores, uns acham ser o maior, opositor do Governo Yeda  é o vice governador Paulo Affonso Feijó. 

E agora a cereja na torta, por enquanto, por que quando todo mundo julga ser impossível ter mais lama… mais lama chega. O PSDB nacional através de Sérgio Guerra, presidente do partido e uma declaração bem rápida do ex presidente da república, Fernando Henrique Cardoso jogaram Yeda pros leões. Disseram respondendo a nova onda de denúncias se tratarem de problemas ” que dizem respeito a Yeda resolver ”.

Ah, José Serra bateu e deflagrou a nova crise, ele é o marco zero dessa crise toda aqui. Mas o Vampiro Brasileiro escondeu a mão, ele não quer um palanque pra dividir com Yeda em 2010, não é maluco. Logo, quem será a boa alma que bancou o espaço na Veja, estandarte eterna da direita canalha e que só atiraria na direita a mando da direita e jogou mais merda nesse ventilador? Ah a resposta é José Serra. O PSDB abandonou Yeda.

A entrevista na Veja? Era com a namorada do suicidado Marcelo Cavalcanti revelando ainda mais coisas muito mais cabeludas além das já sabidas. Ele morre jogado de uma ponte, as cameras de segurança da ponta estavam quebradas. Essas mesmas, nunca estiveram quebradas. Ainda, no laudo dos exames feitos no corpo de Marcelo foi omitido um olho roxo no cadáver.

Magda que foi mal tratada como se estivesse sendo interrogada por um crime hediondo cometido, foi entrevista pelo insuportável jornalista da RBS, Lasier Martins, famoso oficialista. Magda fez com calma e sem grosseria Lasier ficar bem pequeninho. Com Ferrão ( advogado de Renan Calheiros, contratado por Magda pra fazer sua defesa ), Magda se recusa a vir no Rio Grande do Sul pois: ” Não quero ser assassinada “.

As acusações, me permitindo voltar a governadora Yeda Que Não É Mais Crusius Pois Estão Separados Yeda e Carlos, vão muito além do que está pipocando nos jornais, o que é pouco.

Tão irresponsáveis e asquerosos como as atuações acusações mais latentes contra eles são atos de governo mesmo, como cortar o ponto das professoras grevistas. Repressão policial pesada contra estudantes secundaristas, um Estado que se afunda em dívidas, cresce economicamente só pra inglês ver, já que o Ganho Real do que se recebe tá bem distante daquilo que se pode consumir. E o Detran? Quase 50 milhões sumiram… e nada.

E as gravações ocultas de dentro do Palácio do governo?

Também é (in) digno de registro suas manias de cancelar compromissos por motivos sem o menor motivo, querendo bancar uma espécie de diva que nunca foi nem vai ser.

Se fala em Impeachment, me parece que é coisa pra se defender ou não depois. Esse é o processo mais político de todos, duríssimo de acontecer.

Também quem quer  politicamente ver até o final Yeda se enfraquecendo até a hora da eleição.

Um No Meu Um No Teu

Publicado em América Latina, Capitalismo, Crime, Política, Socialismo, Violência por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Abril 8, 2009

É fácil demais achar esqueleto no armário alheio.

Pelos motivos que já citei em um texto bastante largo ( http://sergiohrds.wordpress.com/2009/01/27/cesare-battisti-carta-aberta-de-silvio-tendler-ao-ministro-tarso-genro/ ), tenho a impressão, baseada não só em impressões, muito forte que Cesare Battisti é inocente. Mais, é um bode espiatório, que só é caçado pelo Berlusconi por pura conveniência, meter um ” subversivo terrorista ” na cadeia por um crime nos quais os verdadeiros culpados já estão presos.

O escândalo todo promovido por setores da opinião pública italiana, brasileira e além do mais, manifestações oficiais de deputados, diplomatas italianos acusando o governo brasileiro de dar teto a um terrorista, foi tão fora de lugar, desproporcional.

Ameaçaram até cancelar uma partida de futebol entre Brasil e Itália.

Pois… sabe quem esta devidamente asilado e bem acarinhado em solo italiano? Emilio Eduardo Massera, militar argentino, que entre 1976 e 1981 fez parte da Junta Militar que fez com que fossem  mortos e desaparecidos, juntos, em um período menor que 8 anos, muito mais de 30 mil pessoas.

Um homem que entre os igualmente repelentes e que a cada tempo vez e teve seu período de relevância na junta seja Viola, Videla, Agosti, Galtieri. Massera era o mais sórdido, tinha prazer em assistir gente sendo torturada. O entuasista mor da tortura com posterior assassinato do torturado. Funcionava assim, a vítima, era jogada de um avião em pleno voo e ouvia do soldado que o jogava no ar ” Já viu aquele filme da freirinha que voa? “.

Massera é um pusilânime, pra não ficar em termos tão exagerados podemos também dizer: Se trata Emilio Eduardo Massera de um vasta filho da puta. A seu pleno gosto e ordem a sede da ESMA ( Escola Superior Militar Argentina ) não só matava e torturava gente na sua sede, as presas grávidas tinham seus filhos roubados, davam a luz e as crianças sumiam. Roubados e dados a outras famílias que fossem simpáticas e apoiassem a Junta, muitas outras vezes eram mortos.

Massera tem camiseta com número de titular esperando ele pra jogar no time do inferno. Em 90 indultado ( no indulto geral ) pelo repelente, Carlos Saúl Menem. Porém em 1998 foi condenado por crimes de sequestro e outros crimes ligados a ser mandante de documentos falsos durante a Junta. As acusações que foram ligeiramente apresentadas em período posterior, eram as obvias, vieram nos crimes graves, que não tem prescrição ( por isso um milico brasileiro pode tranquilamente ir preso exatamente agora ), esses crimes são os crimes contra a humanidade.

Simulou em 2001 e 2005 duas lesões cerebrais, que supostamente lhe alegariam demência e incapacidade de responder pelas atrocidades que cometeu.

Porém, desde que os Kirchner pegaram o poder, antes com Nester agora com Cristina a tolerância com trâmites burocráticos que sempre favoreceram os criminosos como Massera foram todos acelarados. Com Massera na Itália mesmo, o judiciário argentino conseguiu fazer exames em Massera e provar que ” lesões cerebrais e demência ” eram bobagem. Mesmo não sendo mais criança, sempre soube muito bem o que fez e o que deixou de fazer.

Dia 26 de março Massera se chega a decisão que existe capacidade plena pra responder, mesmo na Itália, pelo que fez ou cometeu – Escolham.

Curto e grosso? Massera é um torturador, assassino que é verdade nunca agiu sozinho. Era subordinado sim a Antonio Astiz e tinha relações ótimas com a Igreja Católica, que dentro da Argentina tem pilhas de padres envolvidos em assassinatos, torturas, entregar gente que tentava escapar da Junta ou ainda de muitos dos governos opressores que desde 1930 se revezaram com os bons governos.

Lembremos que um bastião de tudo que é correto dentro da Argentina, Eva Perón, era odiada pela Igreja Católica. De cabeça agora me falta a certeza, mas me parece que ela foi excomungada e isso nem fazia lhe dava cócegas na consciência.

Ah… Acusam Battisti, equivocadamente, de ter matado 4. Certo?

Massera por alto é responsável pela morte de 30 mil.

A questão vai além da mera comparação, que se pode parecer simples é também verdadeira. Mas que é pra lá de irônico que Battisti seja considerado um vilão. Já Massera não se pode esquecer, uma tortura, dependendo de  como for é pior que um homicídio. Transforma a vida de alguém em extremamente limitada, fisicamente e mentalmente, uma vida mal vivida, com traumas gravíssimos e pesadérrimas limitações físicas, dificuldades até pra respirar por exemplo é menos digna que uma morte.

Massera, criminoso sem a menor possibilidade de existir discussão sobre sua culpabilidade, pode ficar na Itália e a Itália, administrada por um homem cuja reputação é limpa e proba, nunca errou e o dia no qual errou é por que tinha se enganado.

Battisti que até incapaz legalmente ( busquem a ficha criminal dele ) periga ser é um sujeito que de tãooooo perigoso, parece carregar a difusão da Aids, gremismo, tétano e um braço fraturado pra qualquer um que olhar pra ele.

Fala Que Te Escuto Se Der Respondo; Fidel Castro E A Crise

Publicado em América Latina, Brasil, Capitalismo, Crime, EUA, Economia, Fala que eu te escuto... se der respondo, História, Internet, Marx, Política, Socialismo, Índios por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Abril 5, 2009

Vale uma lida, de verdade que vale.

Fidel vai bem afundo das consequências concretas, imediatas ou esperando um pouco mais pra acontecer sobre a crise. Junto a ele estava o jornalista argentino, Atilio Borón, cujo link tá devidamente indicado no final do texto, assim como a direção original pra ir ler na Página.

Original da Página 12 Argentina, http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-121232-2009-03-10.html

Por Fidel Castro

Finalizado el evento sobre Globalización y Desarrollo con la presencia de más de 1500 economistas, destacadas personalidades científicas y representantes de organismos internacionales reunidos en La Habana, recibí una carta y un documento de Atilio Boron, doctor en Ciencias Políticas, profesor titular de Teoría Política y Social, director del Programa Latinoamericano de Educación a Distancia en Ciencias Sociales (PLED), aparte de otras importantes responsabilidades científicas y políticas.

Atilio, firme y leal amigo, había participado el jueves 6 en el programa de la Mesa Redonda de la Televisión Cubana, junto a otras eminencias internacionales que asistieron a la Conferencia sobre Globalización y Desarrollo.

Supe que se marcharía el domingo y decidí invitarlo a un encuentro a las 5 de la tarde del día anterior, sábado 7 de marzo. Había decidido escribir una reflexión sobre las ideas contenidas en su documento. Utilizaré en la síntesis sus propias palabras:

“Nos hallamos ante una crisis general capitalista, la primera de una magnitud comparable a la que estallara en 1929 y a la llamada ‘Larga Depresión’ de 1873-1896. Una crisis integral, civilizacional, multidimensional, cuya duración, profundidad y alcances geográficos seguramente habrán de ser de mayor envergadura que las que le precedieron.

Se trata de una crisis que trasciende con creces lo financiero o bancario y afecta a la economía real en todos sus departamentos. Afecta a la economía global y que va mucho más allá de las fronteras estadounidenses.

Sus causas estructurales: es una crisis de superproducción y a la vez de subconsumo. No por casualidad estalló en EE.UU., porque este país hace más de treinta años que vive artificialmente del ahorro externo, del crédito externo, y estas dos cosas no son infinitas: las empresas se endeudaron por encima de sus posibilidades; el Estado se endeudó también por encima de sus posibilidades para hacer frente no a una sino a dos guerras no sólo sin aumentar los impuestos sino que reduciéndolos, los ciudadanos son sistemáticamente impulsados, por vía de la publicidad comercial, a endeudarse para sostener un consumismo desorbitado, irracional y despilfarrador.

Pero a estas causas estructurales hay que agregar otras: la acelerada financiarización de la economía, la irresistible tendencia hacia la incursión en operaciones especulativas cada vez más arriesgadas. Descubierta la ‘fuente de juvencia’ del capital gracias a la cual el dinero genera más dinero prescindiendo de la valorización que le aporta la explotación de la fuerza de trabajo y, teniendo en cuenta que enormes masas de capital ficticio se pueden lograr en cuestión de días, o semanas a lo máximo, la adicción del capital lo lleva a dejar de lado cualquier cálculo o cualquier escrúpulo.

Otras circunstancias favorecieron el estallido de la crisis. Las políticas neoliberales de desregulación y liberalización hicieron posible que los actores más poderosos que pululan en los mercados impusieran la ley de la selva.

Una enorme destrucción de capitales a escala mundial, caracterizándolo como una ‘destrucción creadora’. En Wall Street esta ‘destrucción creadora’ hizo que la desvalorización de las empresas que cotizan en esa Bolsa llega casi al 50 por ciento; una empresa que antes cotizaba en Bolsa un capital de 100 millones, ¡ahora tiene 50 millones!. Caída de la producción, de los precios, de los salarios, del poder de compra. ‘El sistema financiero en su totalidad está a punto de estallar. Ya tenemos más de U$S 500.000 millones en pérdidas bancarias, hay un billón más que está por llegar. Más de una docena de bancos están en bancarrota, y hay cientos más esperando correr la misma suerte. A estas alturas más de un billón de dólares han sido transferidos desde la FED al cartel bancario, pero un billón y medio más será necesario para mantener la liquidez de los bancos en los próximos años.’ Lo que estamos viviendo es la fase inicial de una larga depresión, y la palabra recesión, tan utilizada recientemente, no captura en todo su dramatismo lo que el futuro depara para el capitalismo.

La acción ordinaria de Citicorp perdió el 90 por ciento de su valor en 2008. ¡La última semana de febrero cotizaba en Wall Street a U$S 1,95 por acción!

Este proceso no es neutro pues favorecerá a los mayores y mejor organizados oligopolios, que desplazarán a sus rivales de los mercados. La ‘selección darwiniana de los más aptos’ despejará el camino para nuevas fusiones y alianzas empresariales, enviando a los más débiles a la quiebra.

Acelerado aumento del desempleo. El número de desempleados en el mundo (unos 190 millones en 2008) podría incrementarse en 51 millones más a lo largo de 2009. Los trabajadores pobres (que ganan apenas dos euros diarios) serán 1400 millones, o sea el 45 por ciento de la población económicamente activa del planeta. En Estados Unidos la recesión ya destruyó 3,6 millones de puestos de trabajo. La mitad durante los últimos tres meses. En la UE, el número de desempleados es de 17,5 millones, 1,6 millón más que hace un año. Para 2009 se prevé la pérdida de 3,5 millones de empleos. Varios Estados centroamericanos así como México y Perú, por sus estrechos lazos con la economía estadounidense, serán fuertemente golpeados por la crisis.

Una crisis que afecta a todos los sectores de la economía: la banca, la industria, los seguros, la construcción, etcétera, y se disemina por todo el conjunto del sistema capitalista internacional.

Decisiones que se toman en los centros mundiales y que afectan a las subsidiarias de la periferia generando despidos masivos, interrupciones en las cadenas de pagos, caída en la demanda de insumos, etcétera. EE.UU. ha decidido apoyar a las Big Three (Chrysler, Ford, General Motors) de Detroit, pero sólo para que salven sus plantas en el país. Francia y Suecia han anunciado que condicionarán las ayudas a sus industrias automotoras: sólo podrán beneficiarse los centros ubicados en sus respectivos países. La ministra francesa de Economía, Christine Lagarde, declaró que el proteccionismo podía ser ‘un mal necesario en tiempos de crisis’. El ministro español de Industria, Miguel Sebastián, insta a ‘consumir productos españoles’. Barack Obama, agregamos nosotros, promueve el ‘buy American!’.

Otras fuentes de propagación de la crisis en la periferia son la caída en los precios de las commodities que exportan los países latinoamericanos y caribeños, con sus secuelas recesivas y el aumento de la desocupación.

Drástica disminución de las remesas de los emigrantes latinoamericanos y caribeños a los países desarrollados. (En algunos casos las remesas son el más importante ítem en el ingreso internacional de divisas, por encima de las exportaciones.)

Retorno de los emigrantes, deprimiendo aún más el mercado de trabajo.

Se conjuga con una profunda crisis energética que exige reemplazar al actual, basado en el uso irracional y predatorio del combustible fósil.

Esta crisis coincide con la creciente toma de conciencia de los catastróficos alcances del cambio climático.

Agréguese la crisis alimentaria, agudizada por la pretensión del capitalismo de mantener un irracional patrón de consumo que ha llevado a reconvertir tierras aptas para la producción de alimentos para ser destinadas a la elaboración de agrocombustibles.

Obama reconoció que no hemos tocado fondo todavía, y Michael Klare escribió en días pasados que ‘si el actual desastre económico se convierte en lo que el presidente Obama ha denominado década perdida, el resultado podría consistir en un paisaje global lleno de convulsiones motivadas por la economía’.

En 1929 la desocupación en EE.UU. llegó al 25 por ciento, al paso que caían los precios agrícolas y de las materias primas. Diez años después, y pese a las radicales políticas puestas en marcha por Franklin D. Roosevelt (el New Deal), la desocupación seguía siendo muy elevada (17 por ciento) y la economía no lograba salir de la depresión. Sólo la Segunda Guerra Mundial puso fin a esa etapa. ¿Y ahora por qué habría de ser más breve? Si la depresión de 1873-1896, como expliqué, duró ¡23 años!

Dados estos antecedentes, ¿por qué ahora saldríamos de la actual crisis en cuestión de meses, como vaticinan algunos publicistas y ‘gurúes’ de Wall Street.

No se saldrá de esta crisis con un par de reuniones del G-20 o del G-7. Si una prueba hay de su radical incapacidad para resolver la crisis es la respuesta de las principales bolsas de valores del mundo luego de cada anuncio o cada sanción de una ley aprobatoria de un nuevo rescate: invariablemente la respuesta de ‘los mercados’ es negativa.

Ya no está la URSS, cuya sola presencia y la amenaza de la extensión hacia Occidente de su ejemplo inclinaba la balanza de la negociación a favor de la izquierda, sectores populares, sindicatos, etcétera.

En la actualidad, China ocupa un papel incomparablemente más importante en la economía mundial, pero sin alcanzar una importancia paralela en la política mundial. La URSS, en cambio, pese a su debilidad económica, era una formidable potencia militar y política. China es una potencia económica, pero con escasa presencia militar y política en los asuntos mundiales, si bien está comenzando un muy cauteloso y paulatino proceso de reafirmación en la política mundial.

China puede llegar a jugar un papel positivo para la estrategia de recomposición de los países de la periferia. Beijing está gradualmente reorientando sus enormes energías nacionales hacia el mercado interno. Por múltiples razones que serían imposibles discutir aquí es un país que necesita que su economía crezca al 8 por ciento anual, sea como respuesta a los estímulos de los mercados mundiales o a los que se originen en su inmenso –sólo parcialmente explotado– mercado interno. De confirmarse ese viraje es posible predecir que China seguirá necesitando muchos productos originarios de los países del Tercer Mundo, como petróleo, níquel, cobre, aluminio, acero, soja y otras materias primas y alimentos.

En la Gran Depresión de los años 30, en cambio, la URSS tenía una muy débil inserción en los mercados mundiales. China es distinto: podrá seguir jugando un papel muy importante y, al igual que Rusia e India (aunque éstas en menor medida), comprar en el exterior las materias primas y alimentos que necesite, a diferencia de lo que ocurría con la URSS en los tiempos de la Gran Depresión.

En los 30 la ‘solución’ de la crisis se encontró en el proteccionismo y la Guerra Mundial. Hoy, el proteccionismo encontrará muchos obstáculos debido a la interpenetración de los grandes oligopolios nacionales en los distintos espacios del capitalismo mundial. La conformación de una burguesía mundial, arraigada en gigantescas empresas que, pese a su base nacional, operan en un sinnúmero de países, hace que la opción proteccionista en el mundo desarrollado sea de escasa efectividad en el comercio Norte/Norte y las políticas tenderán –al menos por ahora y no sin tensiones– a respetar los parámetros establecidos por la OMC. La carta proteccionista aparece como mucho más probable cuando se la aplique, como seguramente se hará, en contra del Sur global. Una guerra mundial motorizada por ‘burguesías nacionales’ del mundo desarrollado dispuestas a luchar entre sí por la supremacía en los mercados es prácticamente imposible, porque tales ‘burguesías’ han sido desplazadas por el ascenso y consolidación de una burguesía imperial que periódicamente se reúne en Davos y para la cual la opción de un enfrentamiento militar constituye un fenomenal despropósito. No quiere decir que esa burguesía mundial no apoye, como lo ha hecho hasta ahora con las aventuras militares de Estados Unidos en Irak y Afganistán, la realización de numerosas operaciones militares en la periferia del sistema, necesarias para la preservación de la rentabilidad del complejo militar-industrial norteamericano e, indirectamente, para los grandes oligopolios de los demás países.

La situación actual no es igual a la de los años treinta. Lenin ‘el capitalismo no se cae si no hay una fuerza social que lo haga caer’. Esa fuerza social hoy no está presente en las sociedades del capitalismo metropolitano, incluido Estados Unidos.

EE.UU., Gran Bretaña, Alemania, Francia y Japón dirimían en el terreno militar su pugna por la hegemonía imperial.

Hoy, la hegemonía y la dominación están claramente en manos de EE.UU. Es el único garante del sistema capitalista a escala mundial. Si EE.UU. cayera se produciría un efecto dominó que provocaría el derrumbe de casi todos los capitalismos metropolitanos, sin mencionar las consecuencias en la periferia del sistema. En caso de que Washington se vea amenazado por una insurgencia popular todos acudirán a socorrerlo, porque es el sostén último del sistema y el único que, en caso de necesidad, puede socorrer a los demás.

EE.UU. es un actor irreemplazable y centro indiscutido del sistema imperialista mundial: sólo él dispone de más de 700 misiones y bases militares en unos 120 países que constituyen la reserva final del sistema. Si las demás opciones fracasan, la fuerza aparecerá en todo su esplendor. Sólo EE.UU. puede desplegar sus tropas y su arsenal de guerra para mantener el orden a escala planetaria. Es, como dijera Samuel Huntington, ‘el sheriff solitario’.

Este ‘apuntalamiento’ del centro imperialista cuenta con la invalorable colaboración de los demás socios imperiales, o con sus competidores en el área económica e inclusive con la mayoría de los países del Tercer Mundo, que acumulan sus reservas en dólares estadounidenses. Ni China, Japón, Corea o Rusia, para hablar de los mayores tenedores de dólares del planeta, pueden liquidar su stock en esa moneda porque sería una movida suicida. Claro está, que ésta también es una consideración que debe ser tomada con mucha cautela.

Estamos en presencia de una crisis que es mucho más que una crisis económica o financiera.

Se trata de una crisis integral de un modelo civilizatorio que es insostenible económicamente; políticamente, sin apelar cada vez más a la violencia en contra de los pueblos; insustentable también ecológicamente, dada la destrucción, en algunos casos irreversible, del medio ambiente; e insostenible socialmente, porque degrada la condición humana hasta límites inimaginables y destruye la trama misma de la vida social.

La respuesta a esta crisis, por lo tanto, no puede ser sólo económica o financiera. Las clases dominantes harán exactamente eso: utilizar un vasto arsenal de recursos públicos para socializar las pérdidas y reflotar a los grandes oligopolios. Encerrados en la defensa de sus intereses más inmediatos carecen siquiera de la visión para concebir una estrategia más integral”.

Si alguien toma esta síntesis y la lleva en el bolsillo, la lee de vez en cuando o se la aprende de memoria como una pequeña Biblia, estará mejor informado de lo que ocurre en el mundo que el 99 por ciento de la población, donde el ciudadano vive asediado por cientos de anuncios publicitarios y saturado con miles de horas de noticias, novelas y películas de ficción reales o falsas.

* Publicado en Granma. El documento completo de Boron puede leerse en www.atilioboron.com

1° de Abril, 1964

Publicado em América Latina, Brasil, Crime, EUA, Economia, Eleição, Política, Reflexão por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Abril 3, 2009

Atrasei um dia e nem vale dizer que é sacanagem só por que era o primeiro de abril. Sacanagem foi o que fizeram os conluíos do capital estrangeiro, de braço dado a política exterior dos EUA como uma criança pequena anda com o pai na rua. As vezes o papel se inverte, mas não é comum.  Os financiadores se travestem de seguranças e garantidores do processo de dominação seja política ou economica.

Os militares viabilizavam isso pelo continente latino americano todo, seja Strossner, Banzer, Pinochet, Massera- Viola- Videla. Dessa vez, pelo menos agora é oportuno que se lembre de Golbery que nunca foi chefe mandante mas fez seu estrago.

O Gênio da Raça como na época disse o Gláuber Rocha e ganhou pecha de maldito pela enésima vez na vida e dessa muita injustamente. Pra ganhar dignidade pública, pra recuperar moral público só depois daquilo que todo homem com a vida pública relevante termina fazendo. Morreu, as pessoas amam um corpo morto, o morto é um bicho muito do sábio.

A única grade herança da primeira e única matriz política brasileira, o Trabalhismo, com formação de bases eleitorais, porém não quadros, a inexistência dentro da Sociedade Civil Brasileira organismos que dessem respaldo a uma continuidade do regime democrático se fez ser vista.

Chegando na época em que foi presidente, Jango. Houve a construção de Brasília, cara, talvez até demais. Também não é menos verdade que a economia, pós Legalidade, em 61 ia mal. Mas se prometia uma cura com as reformas de base postas em ação. Era viável, plenamente.

Isso é muito bom de se notar, eleitores em base eleitoral sim, ptbistas de origem, mas não gente que vinha de organizações da sociedade civil, mas não sindicatos, o eleitor-civil se esgota em si, o problema todo fica sendo é quando as idéias mudam com o contexto e aí são sobrepostas, surgem novas formas de pensar, ou estas mesmo ainda se desgastaram esse é o lugar onde o partido deveria ter força, a forças que aglutinou nas mais distintas cearas da sociedade. Uma força política simplesmente as vezes não tem capacidade de penetreção em algum lugar, se for por si só. 

Durante muito o finado PTB ( nada que vez com esse do Roberto Jefferson ) pode sim pegar seus panos podres e apontar o dedo pra 64, mas quem era o herdeiro político do Getúlio no nordeste? No norte?.

No Rio Grande do Sul existem famílias que dizem ” Eu votei no Getúlio eu no Jango e eu no Brizola “. Particularmente já ouvi e muito isso, me parece interessante. Mas a urna discorda, pra ela é muito pouco. O fenômeno do trabalhismo que construíu o país deixou tudo prontinho, assim como não deixou herdeiros relevantes.

No que diz respeito a ao fato que deu notoriedade mítica pro Brizola de quando aconteceu até a eternidade, A Cadeia da Legalidade. Reação armada a uma circunstância, “ Vão Nos Jogar Bomba “.  O pensamento tem que ser posto na sua circunstancia, o mundo vinha da Argélia sobrevivendo a França, o Vietnam sobrevivendo a esta mesma França e depois os Estados Unidos. A Baía dos Porcos,  a resistência no Equador em 54, ainda mais o Bogotazo no final dos anos 40.

1955 Pedro Eugenio Aramburu manda matar um número incontável de pessoas, no Massacre da Praça De Maio. No Rio Grande do Sul debaixo da liderança de Lionel Brizola se aguentou um golpe no qual o presidente, Jânio Quadros, que já tinha renunciado, tinha tudo armado, Jango na China não chegava no Rio a tempo, além do mais no Rio todos os aeroportos tinham pilhas de milicos esperando pra prender ele.

Pois veio e veio pelo Sul, primeiro no Uruguay depois Porto Alegre até que o Presidente João Goulart volta da China, e a solução pro impasse político criado. Jango tinha garantida a presidência, mas como? A direita propunha, PDS mais PTB = República Parlamentarista, Jango segue presidente e Tancredo de Primeiro Ministro. Proposta aceita, mas teve uma resistência.

Era sabido e ressabido que mantendo a volta do presidente que setores conservadores e que não aguentavam mais o tal do povo se dando bem, Jango vira inimigo. Era um período no qual a ação belicosa, na sua grossa maioria das vezes, não era belicosa por si, visava atingir um propósito político, de domínio de poder.

Sabendo que era impossível perguntar 1 a 1 das mais altas patentes do exercito, quem era traíra e quem não, quem conspirou pra derrubar o presidente e quem não. Diz se que Brizolaa queria eliminar, com perda da patente, todos envolvidos na conspiração. Pro Jango pareceu exagerado e nunca se pode esquecer, era um conciliador. Brizola não, queria até em momento de maior exaltação a execução dos traidores, pena capital, via em 61 o governador gaúcho a única chance de se impedir qualquer golpe posterior, ele tava coberto de razão. Mas o presidente era o Jango, não ele.

Do 1º de Abril de 1964 em diante, apagam a luz. Golpe e suas consequências mais latentes: AI-5, Médici, Rede Globo crescendo com aporte financeiro da Time Warner, falta de sofisticação e apoio popular pra ir pro conflito direto, armado contra o exército daqui. De 64 em diante são gestadas  muitas piores chagas da história recente brasileira.

Um sistema economico que cresceu só pra a torcida ver, o Milagre Brasileiro, pra falar a grosso modo pegava alguém com hipotermia e atirava em fogo ardendo. A educação, legado trabalhista, começa a ser sucateada. Grandes obras inúteis,  como campos de futebol, os Elefantes Brancos até além do Raio Que O Parta, estradas que eram grandes, feias e mal acabadas ( como a filha do…. ). No governo Médici, o Brasil se agarra de vez na mão da miséria, descuido com tudo aquilo que deve ter de básico cuidar de gente, é pra isso que se vai gerir um estado, certo? De um Estado e o pior, aqui que a violência de Estado sem sentido, criminosa, cuja primeira lição que deixa a um policial, findo regime é: ” Puta merda, acabou bater em comuna, viado e negrão e sair livre? Posso facilitar pro dono dessa boca trabalhar e fazer em um dia o que faço num mês “.

Mas seria de uma estupidez do tamanho do mundo achar que simplesmente por ser militar alguém não vá prestar. Saindo Médici e a muito contragosto  da Junta Militar, vindo Ernesto Geisel, ao contrário do Pinochet, dos 3 patetas na Argentina ( Viola, Videla, Massera ) era nacionalista, pra economia também. Fernando Henrique Cardoso, analisando unicamente o aspecto economico do seu governo, foi bastante mais desumano que Geisel.

Sejamos justos, ele não é menos assassino nem menos desprezível que os outros. O fato de não ficar pensando em matança 24 horas por dia, não abona ele. Na política externa, existem feitos interessantes de Geisel, que já percebia como era impossível sustentar o Regime.

Entre os feitos estão, o reconhecimento de Angola como um país, abrir relações diplomáticas com a China e revogou o AI-5, essa última obvio implicando no tema da Anistia, que eu acho, vou encher tela demais falando nos dois.

A figura do sucessor do Geisel, Figueiredo ( era torcedor do San Lorenzo de Almagro ) é a perfeita imagem de uma instituição que tá doida pra ir embora.  Um sujeito que diz que prefere sentir cheiro de merda no lugar de sentir cheiro do povo, deixa bem clara a escolha de um grosso contingente de militares é justamente pra que passem a voltar a lidar com temas militares, não de todo Estado.

Mas quando digo isso, digo por que se desgastaram, se não houvesse desgaste, e tudo como no auge do Milagre, fato que faz muita gente justificar um suposto gosto pela ditadura. ” Minha carteira tinha mais dinheiro, comprei um carro, isso é o mundo perfeito. ” Não houvesse desgaste, político de grana mesmo, o negócio agora os Contras, o Irã e fechar o caixão da União Soviética, vindo de todas as partes a operação condor começava a cair e não era nem de perto uma das grandes prioridades do Governo Reagan.

A volta pra democracia, ao cabo se dá mediante circunstancias conciliadoras, e com concessões feitas por parte de torturadores e torturados, como é de hábito histórico brasileiro. As costuras e acordos feitas de 83 a 85 no qual Tancredo desmonta a Arena e deixa Paulo Maluf e Mario Andreazza lá sozinhos, mais Maluf que em 83 se candidata prefeito de Santos e faz 1% mísero dos votos.

Tancredo, com mais protagonismo sobre seus pares, faz os bichos mais espertos lá de dentro saírem correndo. Sarney, Marco Maciel, ACM, foram os primeiros de acordo com seus desacordos a vazarem, Sarney indo pro PMDB, Maciel esperando o PSDB nascer e ACM junto com Bornahausen lembrando assim, dois nomes fizeram o PFL, atual DEM.

A Anistia foi ampla geral e irrestrita, ela não diferencia torturador de torturado. A reconstrução democrática do país, terminou ( literalmente ) com Mário Andreazza, que foi o candidato contra Tancredo na eleição colegial e colocou um eterno lacaio da ditadura, José Sarney como vice. Vice que nunca foi, o primeiro mandante do executivo democrata é um sujeito que não está conforme com ele. Mas honestamente, esse tio, como tantos outros tão cagando pilha pro regime, dá um caneta e dá uma poltrona e tudo que se assina ali se transforma em poder, assim tu tem um Marimbondo de Fogo feliz pra sempre.

Ah, o Golbery era o Gênio da Raça mesmo. Mas não era nem mãe nem puta, ele não pariu isso tudo sozinho

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Publicado em América Latina, Brasil, Crime, Foto, História, Política, Socialismo por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Março 26, 2009

Atrasado e sem desculpas qualquer tipo de desculpas, tinha que na data ter manifestado, de maneira curta como agora, mas devia ter sido no dia.  A Argentina foi atacada e desde aí até 1984, governada por uma curumilhagem das Forças Armadas no qual a regra quando branda era matar pra depois jogar no Rio da Prata, fosse mulher grávida, sem problemas. Muitas dondocas argentinas, entre elas a antiga sócia majoritária do Diário Clarín tem filhos que foram roubados de presas políticas, que pariam e depois eram torturadas e mortas. Era um 24 de março quando o país é tomado por gente da ESMA ( Escola Superior Militar Argentina ) que a Igreja Católica, eterna inimiga dos interesses populares na Argentina, começa a notadamente tomar o lado da direita e entrega pra morte, tortura ou desaparição dezenas de milhares de pessoas que muitas vezes não tinham nada com nada em relação ao confronto político. Todos esses agentes, nada novos na vida política local, em 1976 acabam fazendo do Estado aí um ente assassino, torturador e cerceador de liberdade, espero ( mas só espero infelizmente ) pelos lamentos, projeções coerentes de futuro com mais humanidade e reflexões profundas acerca os acontecimentos anteriores, e posteriores do dia 1º de abril/1964, a vez que no Brasil houve tomada ilegal e por parte de criminosos da pior estirpe pra comandarem um processo ditatorial e igualmente carniceiro no poder.

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Se Fudeu! Bem Feito

Publicado em Crime, Eleição, Gaza, Israel, Middle East, Oriente Médio, Palestina, Politics, Política, Racismo, Zionism por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Fevereiro 20, 2009

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A carniça feita pelo Estado de Israel rendeu dividendos eleitorais aos Sionistas. Tzipi Livni, da situação, tinha uma eleição complicada. É herdeira política do Mais Que Corrputo Ehud Olmert. Até os eventos do final do ano passado e começo desse, em Gaza. A barbaridade em Gaza deu votos e como, pra todos os partidos historicamente racistóides e beligerantes. O Kadima, partido de Livni, ganhou a eleição parlamentar com uma cadeira a mais que o Likud do Ex Premiê Benjamin Netanyahu.

Mas quando se diz que uma situação como a de Gaza, quando exposta até o último nervo, abriu flanco pra toda sorte de gente ganhar um pouco de refletor é toda sorte de gente mesmo que se fala. 

Gente como Avigdor Lieberman, líder do partido de ultra direita Israel Beiteinou. Não fosse dotado de uma maldade repelente, não metesse a mão no erário como um porco que deixa a unha do dedinho crescer pra coçar a orelha e ainda por cima fosse desprovido de qualquer tipo de humanidade seria um sujeito eminentemente cômico, nada além disso. O problema é que o partido de Avigdor Lieberman ficou em terceiro na eleição pro parlamento isarealense, acabou sendo o fiel da balança entre o Kadima e o Likud. Essa gente, como Lieberman, tem muita graça até ficar importante e com representatividade na política real, se atirados pro ostracismo que merecem viver e suas aparições fossem dependentes da vontade de humoristas, melhor, aí sim seriam toleráveis. 

Faltando o apoio de Lieberman concedendo duas cadeiras de vantagem para o Kadima ou empatando tudo caso apoiasse o Likud e lhe desse uma garantia igualdade ( só matemática, nos empates, a cadeira a mais do Israel Beiteinou de Lieberman pesaria ) entre Kadima e Likud. O Primeiro Ministro seria nomeado pelo presidente Shimon Peres o Likud desperta mais simpatia em gente como Lieberman do que o Kadima. Peres só ratificaria a decisão de Lieberman, já que essa igualdade teria no componente que a criou um elemento de favorecimento natural a escolha do Israel Beiteinou.

Lieberman e Peres, do Partido Trabalhista, tem um passado nebuloso juntos. Shimon Peres foi acusado de receber 3 milhões de dólares em troca de influência política da mão emporcalhada de Lieberman.

Netanyahu, ex Primeiro Ministro de 96 a 99, nunca queimou nenhum contato com Lieberman. O Likud, nisso sim sempre foi mais hábil pra negociar acordos com partidos da extrema direita ( EXTREMA, já que Likud e Kadima são ambos de direita ) que o Kadima.

Livni, que é criticada ( aqui injustamente ) pelos meios de comunicação como alguém pouco hábil pra conseguir costurar os devidos acordos na eleição. Encarou uma maratona do massacre antes e durante a eleição, a acusação de falta de capacidade de conjecturar politicamente é equivocada. Foi ela quem conseguiu acobertar a lama que cercava ( ainda cerca, mas agora não cabe mais a ela ser escudo ) Ehud Olmert, ex Premiê metido em escândalos de toda sorte que o levaram a renunciar do cargo. Depois, como Ministra dos Assuntos Exteriores, chefiou a situação de Israel em Gaza e nesse meio tempo alegou que Israel estava lá para lidar com assuntos humanitários. Ainda, teve que cuidar da eleição e dos assuntos internos da vida política local, por mais que estes se encontrassem em segundo plano desta vez, tendo tudo em vista, os temas de ordem interna ainda assim tinham de ser debatidos. Do mesmo jeito sobrecarregada, ganhou a eleição.

A chefe da mais recente matança em Gaza ganhou no voto e perdeu a cadeira de Premiê na falta de apoio político sua chance de ser Primeira Ministra de Israel. Foi uma eleição atípica, uma cadeira de diferença numa eleição parlamentar sempre é atípico. Entre ela e Netanyahu não existe nenhuma diferença gigante, nenhuma mesmo. Na política, macro e na econômica? Zero, Benjamin Netanyahu é mais belicoso e doentio em suas declarações, atos e ameaças contra os vizinhos da região ( não me caiam na bobagem de chamar o Irã de árabe, é persa contra quem ele já mais de uma vez já sugeriu ataques com armamento nuclear ). Por sua vez, Livni teve a cara dura de dizer que os foguetes do Hamas justificavam o ataque ” humanitário “ a Gaza ( os mesmos que nem potência tinham pra atingir território israelense ). Seguramente o maior ato de covardia desse século até agora.

Sobra o que então? Rir da cara de uma palhaça genocida como Tzipi Livni? Sim, claro, ver gente insuportável tomando no rabo é lindo sempre. O irônico da coisa, ela acertou quando se fez valer da máxima número 1 que ganha eleição em Israel quem tem mais cabeça de vizinho sangrando na mão, que isso vale voto. Se fazendo valer da escrotérrima máxima, um cadáver = um voto, se elegeu mas não poderá exercer o cargo de Primeira Ministra.

E não, nem de perto cabe uma comparação com o sistema eleitoral da matriz mais bem sucedida de Israel, os Estados Unidos da América. Israel é uma república parlamentarista, a matriz é a República mais Federativa que a Mãezinha Terra já pariu.

Robert Fisk, Fundamental ( Português/English )

Publicado em Capitalismo, Crime, Gaza, Israel, Middle East, Mídia, Oriente Médio, Palestina, Politics, Política, Reflexão, Video, Zionism por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Janeiro 13, 2009

O jornalista inglês Robert Fisk é o ocidental com maior conhecimento sobre o Oriente Médio e todos seus assuntos. Respeitado no mundo islâmico, foi o último jornalista a entrevistar Osama Bin Laden. Tamanho prestígio não  conseguiu de graça. Quando se fala de Fisk se fala de isenção, coragem, um sujeito que apesar de toda a pressão que já deve ter sofrido, pois conta também o lado mais fraco em uma história no qual o enfretamento é desproporcional. Contar o lado do mais fraco aqui também quer dizer comprar briga com os donos dos meios de comunicação, que são instrumentos dos norte-americanos e sionistas.

Isenção, essa regrinha básica da profissão de jornalista. Jogada na lata do lixo, sem que o próprio jornalista se desse conta. A regra hoje é viver agarrado ao saco do patrão, é um vício tão grande do jornalista contemporâneo que ele já o faz de maneira inconsciente. É tão burro, inculto e sem preparo que suas grandes colaborações dentro da universidade advém de quebrar recordes de sinuca e fliperama. O ambiente universitário, salvo raras e honrosas exceções ( Wladimir Ungaretti pra dizer uma em forma de professor, de grande honra assim como Fisk ). O ambiente universitário só reforça mais as opiniões patronais e assim vai pronto o mangolão com o brevê de jornalista na mão assassinar o noticiário.

Uma teoria, pede generalizações. Claro que não digo aqui que todo recém saído de uma faculdade de jornalismo é um imbecil. Mas a maioria, seguramente é.

Com Fisk o jornalismo é limpo, nesses tempos de genocídio Sionista em Gaza é alguém com opiniões que seguramente devem ser ouvidas e com atenção. Ele conhece o assunto, como poucos. Sugiro que seja lido onde escreve atualmente no jornal Independent, inglês. Ainda abaixo, coloco vídeos que falam sobre a situação desumana vivida em Gaza.

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Among all western journalists Robert Fisk is, without any doubt, the man with more experience and knowledge on Middle East affairs. Respected like few is the Islamic World, was the last press man to interview Osama Bin Laden. So many prestige wasn´t gained for free. Once you talk about Fisk you talk about exemption, above all you have to talk about courage. With all the lobby against the Israel neighbours ( being they arabs or persian ) it must be really tough to give the side of the weakest, always called ” terrorist “.

This exemption, so basic on journalism. Is a rule that was thrown right at the garbage can. Now the rule is to live holding the balls of your boss, it´s such a huge vice on this profession now that the contemporany journalist follow the boss orders in a inconscient way, like a trained dog. The average journalist is so dumb, unprepared and uncultured that the enviroment found in university just corroborate and put right on the mind of these kids all the rules of the game played by the ones who are gonna rule them.

Today they´re mere instruments. A great achievement during their academic lifes is to… i don´t know, win an All You Can Drink contest? Know the difference between cocaine made in Europe or in Colombia?

All that i know is that right now is being formed all around the world a generation of really unprepared people, who are not guilty to be short minded. It´s never too late to remember, these folks are the ones who gonna fill the news with all the opinions and distorsions, all invented by the ones who pays better the company that they work.

In an effort to make a theory, extremly little, but a theory, it´s impossible not escaping of generalizations. Of course that not every journalist is this terror that i described. Hell no. But most of them? Hell yeah.

To talk about a brazilian exception we can say the Professor Wladimir Ungaretti as an independent force.

In times where journalism became a mere business, people that are doing things in a decent and uncompromised way; with compromise to any economical, political group should always be saluted. And listened. Agree or not is a different thing and not my point right now.

With Fisk you know that what is coming to you is clean. We´re living this demented Zionist genocide at Gaza we have in Fisk someone to be listened. He knows that place like few, and during he´s entire carreer this man was a real journalist, like a journalist should be, independent. Telling just what he saw and then reporting. I suggest to have some research on anything that this man does. Now he´s writing at the british diary, The Independent:

http://www.independent.co.uk/opinion/commentators/fisk/