Ataque Preventivo No Pesquisão: River Plate
O Pesquisão de público foi um sucesso, tem quase 20 page views por dia sozinho. Mas a idéia em si foi um fracasso. Além de mim, só dois participaram, quase por que eu interroguei um ( Ricardo Cardoso de Lisboa que mandou do Benfica ) e o mais visitado do Fernando Gomes, fez do Corinthians. Ainda, além dos dois que eu já disse teve um do Boca Jrs, me falta o nome de quem mandou mas foi uma baita colaboração igual.
Por isso, parei pra pensar que eu mesmo poderia fazer o mesmo procedimento… http://sergiohrds.wordpress.com/2009/01/11/pesquisao-corinthians/

Pra começar então decidi ir de River Plate. Por que sim, não tem nenhuma grossa razão. Melhor time histórico, maior jogo da história, derrota histórica do rival e ainda de novidade um jogo daqueles lá do fundo do baú.
As seleções históricas com Pedernera, Ferreyra, Carrizo, Losteau, Nestor Rossi eu quero deixar de fora. O que não tira nada deles e menos ainda tira de mim, pra poder ser justo e chegar em um ponto de escolha honesto valorizar uns bons 30 minutos de video tape da antiga somada a história.
Di Stéfano que é tão antigo quanto os que eu citei como não sendo parte do time, faz. Do pouco que eu pude ver me deu a impressão de ser um sujeito que no futebol em slow motion dos anos 40 a 60 que jogou voava em campo, era inquieto e direto com uma capacidade impensada pra época, era um episódio a parte no jogo. Em um estágio mais avançado pra Daniel Passarella vale o mesmo, dele já pude ver mais de um jogo inteiro, entra e sem discussão.
Os melhores 11 – Angel David Comizzo; Gustavo Lombardi, Roberto Fabían Ayala, Daniel Alberto Passarella, Juan Pablo Sorín; Esteban Cambiasso, Lucho Gonzalez, Beto Alonso; Francescoli, Salas e Di Stéfano. Técnico: Ramón Angel Diaz.
Melhor partida: 2×0 contra o América de Cali em Nuñez, decisão da Libertadores de 1996 dois gols do Crespo, repara que no segundo ele ainda guri põe as mãos na cabeça como quem não acredita no que acabou de fazer.
Fiasqueira própria e recente, eliminação pro Caracas na primeira fase da Libertadores de 2007, 3×1.
A entregada do Boca do campeonato nacional de 2006 junto com todo tumulto contra o Chivas na Libertadores no ano anterior, empataram. Decidi colocar a vez do Estudiantes, foram 4 derrotas seguidas. Era só ganhar uma.
Boca 0×2 River Plate, River dá a volta olímpica na Bombonera. Jogo conhecido também como jogo do Beto Alonso e a bola laranja.
Gratidão, Coisa De Ídolo…
Julio César Enciso não pegou a fase vencedora de hoje do Inter. Foi campeão gaúcho de 97 e no Brasileirão fez parte do ótimo time que enfiou 5 garganta abaixo do Selecionado dos Amigos do Hélio dos Anjos.
Vestia a camiseta, jogava demais, marcava bem e com uma categoria raríssima jogava, domínio de craque passava a bola feito um louco. Em 97 em poucos meses na lateral direita se mostrou um dos maiores laterais por ali na história do clube.
Enciso também se dizia Colorado, de verdade, que nunca jogaria do outro lado, jamais. Em uma partida pela Copa Libertadores fez um gol durante uma disputa de pênaltis neles, com o campo alheio lotado levantou uma camiseta que tinha um símbolo do Internacional por baixo. Sempre se disse muito grato em relação ao Inter que poderia ter sido mais grato com ele, levando em conta a leniência das direções anteriores com jogadores que iam além do simplesmente desprezível.
No Paraguai se viu no meio de uma polêmica, sempre foi figura ligada ao Cerro Porteño que quando Enciso ficou livre não quis ele. O Olímpia, rival de morte do Cerro resgatou Enciso, gordo e desacreditado pra capitão do time campeão da américa em 2002, contra o São Caetano no Pacaembu. Nesse ano o Olímpia comemorou os 7 anos da conquista com Enciso reerguendo a Copa. Ali disse uma coisa MUITO INTERESSANTE sobre gratidão.
Con un pasado cerrista y una rica historia con la casaca olimpista, Enciso recordó que llegó a Para Uno porque en la Olla no aceptaron su propuesta, pero no por eso deja de agradecer al club en el que fue “criado”.
“Cuando vine de Brasil me presenté a Cerro porque ahí fui criado y soy un agradecido porque ellos me dieron las primeras armas. Pero uno piensa que a los 26 años no puede jugar gratis, entonces ahí surgió la posibilidad de ir al club Olimpia”, comentó.
” Le agradezco al señor Osvaldo Domínguez Dibb, que tuvo la gentileza de abrirme las puertas del club. Soy un agradecido del fútbol y más todavía del Olimpia, que me dio la fuerza que necesitaba para volver. Cerro está ahí y quiero que la gente sepa esto… Soy un agradecido del fútbol y, más todavía, del fútbol paraguayo. Hoy estoy disfrutando de todo lo que me dio y mi familia está agradecida”, sentenció el jugador que no solo levantó la Libertadores como capitán de Olimpia, sino que en el 2003 también recibió la Recopa en representación de todo el plantel franjeado”.
Esporro e Problema Pessoal Não Desculpam Meia Cancha Capenga
De quase filho legítimo do Rolo Compressor, enfiando garganta adentro do rival 3 vitórias seguidas em clássicos e quando este ainda tinha um treinador, até virarmos um time confuso, esculhambado e que tá jogando no lixo a chance de disparar em um campeonato nacional que nos ofereceu umas quantas partidas não vencidas bem fáceis.
Não perdemos pro bom treinador, hoje líder do brasileiro que pegou seu time mais desacreditado que… que qualquer exemplo pra alguém em descrédito já levou nas costas. Perdemos pra um faceirista caricato um clássico, até isso… há 2,3 meses o Internacional vivia no céu e brigando cheio de razão com deus pra ver quem era o galo cinza lá em cima.
Nos surge uma derrota patética pro 4-2-4 Autuoriano, delivery pro São Paulo um 2×0 se permite o empate até certo ponto injusto.
Sendo uma equipe com a qualidade coletiva e individual do primeiro semestre é mesmo justo o surgimento de pilhas e mais pilhas de dúvidas sobre o desempenho atual. Pior que perder pro Botafogo é ser parte da várzea vista contra o Botafogo, ajudar o Botafogo rebaixando-se a ele e construir aquela pelada de sábado.
Honestamente, falam em problema ( se é que existe problema nisso ) de noitadas… a noitada é 15 minutos antes do jogo? Não.
Eventualmente jogadores brigados? Suponho que deve ser mais prazeroso ao ambiente todos de bem, mas seguramente ambientes atritados nunca tiraram campeonato de ninguém.
Uma partida desse time assistida em 2008 comparando com 2009, o time de 2008, com o mesmo treinador e quase os mesmos jogadores quando se via com 2 volantes imediatamente formava uma linha de 4 no meio. Solidez defensiva era uma obsessão no Tite de 2008, sejamos justos do início do brasileiro também. Esse time ficava com um volante menos devido a deficiência defensiva apresentada pelo Magrão, que com a bola no pé chega bem na frente, por ali no lado direito do losango se via o único ponto fraco realmente comprometedor do time.
Em 2009 já na semi final com o Coritiba onde fem um gol, Andrezinho, que não tem culpa de ser posto de volante, torna o time vulnerável não defende e por tabela e também pelo axioma mais óbvio do futebol: Quem perde meia cancha não faz nada, nem ataca nem defende. Verdade em defesa do volantismo do Andrezinho, ali jogou contra ninguém mais que o Estudiantes na finalíssima da Sul Americana no Beira Rio cobrindo a expulsão do Guiñazu em La Plata e foi muito bem.
A questão da queda de produtividade não passa nem perto de temas anímicos, se tratam de furos na sua meia cancha, vazia, que fazem do Internacional de hoje um time manco e sem nenhuma consistência defensiva, não precisa chutar a porta do vestiário como fez Fernando Carvalho, muito menos buscar o aparelho de choque. Desde quando começaram os resultados e partidas ruins vieram a culminar os jogos nos quais se jogou só com 2 volantes, time desarticulado.
O problema é de sistema, imaginemos o sistema apropriado com todos os boatos que nada nem ninguém pode garantir a veracidade, mas tá imaginado? Certo, deixe eu dizer isso então, jogando assim com 3 volantes mais 4 no fundo ou o contrário não estariam esses assuntos ganhando essa dramaticidade tão desnecessária.
O problema nunca deve ser ganhar, jogar bem vem antes e o time joga mal não por que Zezinho tem manias horripilantes e Dudézinho Paraibano odeia Nego Manguarape, muito menos por que o treinador tem um problema em casa.
Esses problemas afetam e a ponto de muita gente com toda justiça pedir o boné e do problema ir tratar, mas isso é outra coisa.Caso o problema do Tite seja grave, deveria então caber a um superior pedir nem sua demissão, mas um afastamento com o Cleber Xavier treinando o time de maneira inteira que fosse.
Sabendo que o primeiro problema a ser cuidado vinha ali, na falta de volantes o Inter não fez nada. Pela direita era o Magrão as vezes Rosinei e Maycon. O Internacional trouxe o Glaydson, mas ele jogou até na função do Sandro. Pela direita me lembro dele contra o Palmeiras, 2×0 no Beira Rio nesse mesmo Campeonato Nacional e uma atuação com suporte defensivo do time inteiro no qual ele colaborou intensamente e propiciou aos jogadores de frente espaço pra jogarem.
Vi no Final Sports hoje um esboço de escalação pra amanhã contra o Barueri e me borrei perna abaixo. 4-2-4… Michel Alves ( um equívoco de avaliação ), Bolivar, Índio, Sorondo, Kleber e agora vem a barbaridade Sandro e Guiñazu aliás os 6 últimos citados já tem suas atuações comprometidas caso se jogue com Giuliano, bela revelação e Andrezinho que jogando mais pra frente se torna aceitável, depois jogam Taison e Bolaños. Os nomes tirando Michel Alves são de primeira linha, o problema é como estão arrumados ou desarrumados.
Repito, problemas pessoais trazem outras reações bastante mais óbvias, escalar um time aberto é outra coisa. Mais, parte do jogo do Fluminense e inteiro com o Coritiba com 3 atrás e uma linha de 4, o time funcionou… custaria insistir com o sistema que deu certo? Lá estavam os problemas do mesmo jeito.
Tite tem chefe, Fernando Carvalho que sempre encheu a boca ( pro meu gosto ) que gostava duma retranquinha. Em 2006 até a derrota no campeonato gaúcho o Internacional jogava tão aberto como de junho pra cá, era um 4-2-1-3. Perdido o regional até o final da Libertadores o time passa a jogar num 3-5-2, puro e campeão, ninguém me tira da cabeça, o conceito do time campeão é do Fernando Carvalho. No Japão e no vice do Brasileiro de 2006, inédito pra uma equipe que ia ao Mundial, 4-3-1-2 o Magrão da vez era o Alex, que depois achou sua função e como. Jogou só um tempo tanto no Al Ahly quanto no Barcelona, deu lugar a Fabian Vargas um dos responsáveis pelo título, fechou a meia cancha com Wellington Monteiro pela direita, Edinho no meio e ele Vargas na esquerda.
Carvalho sabe disso tanto quanto qualquer um, primeiro se defende depois se ataca. Se por um lado dar esporro, alegar a má perfomance do treinador em aspectos mais do que básicos devido a seus problemas pessoais, basta?
Nada é mais simples do que perceber os erros no time, os erros são simples não requerem truque nenhum pra consertar.
Agora se tem algo que é verdade sim e aí os problemas de convívio, desorganização de ambiente e problemas pessoais ganham influência e também ganham relevo quando ocorrem coisas dentro de um vestiário que a nossa vã filosofia…
Estudiantes 0 x 0 Cruzeiro; 1ª Final Copa Libertadores
Foi como se esperava, disputado mas não se esperava gols de contra ataque perdidos como o Cruzeiro perdeu. Se é verdade que o Estudiantes babou de cansaço nos últimos 15 minutos finais é também verdade que a paciência do Cruzeiro aflorou esse cansaço. Duas coisas sem explicação, a simulação de festa rave antes do jogo e o cano que estourou atrás do gol que prometia encharcar a área.
Se emparelharam os dois, Adílson e Zabella com um 4-4-2 pra cada lado, no primeiro tempo o Estudiantes tinha vitórias coletivas que lhe garantia chances de gol em lances circunstancias, faltas, chutes de longa distância até chegar o tipo de lance que não se joga fora em um jogo desse… a Gata Fernández teve entre o passe pra um companheiro fazer por ele e o gol de autoria própria, não se decidiu no tempo correto e Leonardo Silva apareceu entre qualquer opção útil pro ex River.
Já o Cruzeiro no primeiro tempo não chegou, um chute tímido do jogador que estava pelo setor no qual mais se expunha o time defensivamente, Ramires, por onde jogava se deu a dupla troca do Estudiantes tirando Benitez e Fernandez por Nuñez e Salgueiro pra trocar o gás naquele lado e ali naquele único espacinho seguir tentando alguma coisa. Se o Cruzeiro tinha o defeito do lado direito, genericamente marcava muito bem com muita autoridade, foi um time firme.
O desastre que foi Ramires sem a bola deixando Jancarlos e Anderson expostos, serviu pra anular individualmente Benitez, mas igual, ali ficou um rombo. Mesmo rombo que deixava Ramires por onde passasse com a bola. Braña e Ré foram com quem mais competiu, motivos logísticos, com os que marcavam pela esquerda, Ré, ex Newell´s e ex dono de uma cabeleira horrenda, lateral que saía pouco assim como Celay pela direita e Braña centro médio incansável fiador de Verón muitas vezes. Contra Ré e Braña Ramires apareceu muito bem, foi por ali que se deu o protagonismo do Cruzeiro no final do jogo.

Justamente de ter resistido ao Estudiantes no segundo tempo, tendo a atuação do sistema defensivo tomando corpo no partidão que fez o Fábio em lances de escanteio e bolas alçadas na área, entre elas uma pedrada de cabeça do Schiavi que com Desábato fez muito boa partida e ainda no primeiro tempo dois chutes do Verón. Pra lembrar de mais um, grande destaque do time de Sabella, Pérez pelo time de La Plata incansável, movediço, fundamental.
Grandes atuações de sistemas defensivos em jogos decisivos, chegam de mãos dadas com gols e essa atuação só não foi acompanhada de gols por que houve erros atípicos de conclusão. Eram lances de contra ataque o Estudiantes nem nenhum time no mundo tem capacidade pra se livrar de um contra ataque, com a goleira aberta Kleber jogou fora o mesmo que já botou pra dentro antes, quando um bom jogador perde um gol incrível é um erro de convívio mais tranquilo, erro que se não vira desculpa pro próximo humaniza a regularidade do talento.
Um time maduro, com muita firmeza, experiência, disciplina, maturidade do jeito que o Estudiantes tem não vai se ver perdido no jogo da volta, não que essas qualidades faltem ao Cruzeiro quem chega onde chegou e joga o que tá jogando faz mais de ano tem essas qualidades.
A falta de qualidade dos atacantes do Estudiantes poderá ser atenuada pois é provável que surjam espaços, caso seja esse um jogo de bafo do Cruzeiro terminará deixando o contra ataque a feição do rival aconteça na próxima partida. Mas que se leve em conta isso é um chute de um panorâma pro próximo jogo, nunca se pode esquecer que o treinador do Cruzeiro é um detalhista, conhece futebol e pode também prôpor um jogo de concessão de poucos espaços e anulação do rival o que seria até bastante mais correto.
Justo lembrar, o Estudiantes foi somente ameaçado quando contra atacado, na execução de seu sistema de jogo as falhas são individuais, Fernandez e Boselli destoam um pouco é verdade mas muito menos são dois desgraçados. Quando defende esse time não mostra furos grosseiros é aí que tem pra si uma vantagem. Esse mesmo time cansa de perder toda essa unidade na forma de jogar antes do final das partidas, dos 35 do segundo em diante apagam a luz, e não tem estado anímico que faça o pulmão véio funcionar se ele já tá pedindo arrego aos 35 do segundo tempo de todo jogo, ponto pro Cruzeiro.
Estudiantes ( 4-4-2 ) Andújar; Celay, Schiavi, Desábato, Germán Ré; Peréz, Braña, Verón, Benítez ( Nuñez ); Fernández ( Salgueiro ), Boselli. Técnico: Alejandro Sabella
Cruzeiro ( 4-4-2 ) Fábio; Jancarlos, Anderson, Leonardo Silva, Gérson Magrão ( Fabinho ); Ramires, Henrique, Marquinhos Paraná, Wágner; Kléber, Wellington Paulista. Técnico: Adílson Baptista
Pesquisão: Boca Juniors

Minha chapinha eterna, Maria Carolina Galimberti, Santafesina de Rosario com a família toda Newell´s doente saiu Bostera. Me mandou a colaboração dela faz tempo, publico agora.
Sempre lembrando que esse espaço, Pesquisão, serve pra merda nenhuma além de distração pura. Quando muito, no auge da pretensão disso aqui, visa depois de bastante tempo virar um arquivo de impressões dos torcedores sobre seus próprios times. Se pede que escolham dentre seis categorias ( melhor e pior equipe que viu jogar, melhor equipe de todos os tempos, vitória inesquecível, derrota inesquecível do rival; ainda pode-se mandar uma seleção com os sujeitos mais peculiares que já passaram pelo teu time, mas essa última é rídicula eu mal sei por que botei ) somente uma para que participem.
Maca respondeu a 3 das 6, pra participar, insisto, basta responder a um post no qual se encontre o Pesquisão ( http://sergiohrds.wordpress.com/?s=Pesquis%C3%A3o ) basta responder um dos pre requisitos, se escolher um só e demonstrar interesse em participar é só avisar que assim será, o fato de uma equipe já ter sido escolhida de modo algum impede na aceitação, todas colaborações são aceitas e bem vindas. As outras escolhas ( Internacional, Corinthians, Benfica estão aqui http://sergiohrds.wordpress.com/?s=Pesquis%C3%A3o ). Pra particpar ainda, se pode mandar um e-mail pra sergiohrds85@yahoo.com.ar . Como sempre, já coloco a íntegra de como eu recebi a lista de cada um que mandou e foi publicado.
Mis 11 de siempre son Óscar Córdoba, El Negro Ibarra, Patrón Bermudez, Walter Samuel y Morel Rodriguez por el medio Blas Giunta por toda su entrega, Riquelme, Maradona por el ataque El Mellizo Schelloto, Tevez ( Cannigia ) y Palermo el DT por siempre Carlos Bianchi.
Mi gran momento con Boca fue la definicion por penales contra River en la Copa de 2004
Ultimamente River me divierte mas que nunca. El 2 a 2 dentro del gallinero por la Copa contra San Lorenzo, el partido del Silencio Atroz.
Fala que eu te escuto… se der respondo ( Cadê Nery Pumpido? )
Hãn….. eu sou bem tapado pra essa coisa do funcionamento do blog, mas eu vi textualmente nas estatístiscas dele que existe uma seção ali sobre perguntas ou buscas feitas no blog e vi que dentre as perguntas e buscas mais realizadas tinha: POR ONDE ANDA O GOLEIRO DA SELEÇÃO ARGENTINA DE 86 NERY PUMPIDO? Além de saber que o rapaz anda onde tem chão, tem mais umas coisas….
Como me ensinou a Reverenda Gabriela Zago, ” O blog é também, uma maneira de conversação “.
Então, nada mais justo que responder as perguntas ou buscas ou o que for….. Pumpido muito antes de Lula triunfou na vida com um dedo a menos. E esse aqui era goleiro…. em 1986 teve o auge da carreira de jogador. Pelo River Plate foi campeão Metropolitano dentro da Bombonera ( o jogo da bola laranja ) 2×0 no Boca, gols do Beto Alonso. Também ganhou a Libertadores e a Taça Intercontinental. Pela seleção ganhou a Copa do Mundo. Começou a carreira no Unión de Santa Fé jogou também no Velez, antes do River e no Bétis de Sevilha, na Espanha depois voltando ao River. Ao contrário do que muitos dizem, não encerrou a carreira no Unión, clube do qual é torcedor, tampouco é Santafesino, não nasceu em Santa Fé e sim em Barracas perto de Buenos Aires.
Se aposentou em 1993 no Lanús, minha memória lembra melhor que alguns sites fajutos com estatística fajuta. Jamais, nunca, em momento algum perdeu vaga pro Goycochea seja no River ou na seleção, por motivos técnicos. O goleiro que tirou Nery do gol do River foi o Misionero Angel David Comizzo. Goyco era se não me engano em 90, quando Pumpido quebra a perna no jogo com a União Soviética, jogador do Millonarios da Colômbia. Depois da fratura, Goyco entrou e foi escolhido o melhor goleiro do mundial.
Ah, Nery perdeu o dedo que ficou preso numa trave (!). O que fez com que o dedo se dependurasse e ficasse balançando na trave foi a aliança que usava, não me perguntem os detalhes de como o dedo caiu eu nunca entendi essa história. É um mistério pra mim tão grande como responder aqueles problemas de exatas…. Um trem A vem numa velocidade X, Trem B vem numa velocidade Y quando devem se encontrar em um ponto X? Sabem do que eu tô falando? Pois é, caso não, a moral da história é Pumpido não tinha um dos dedos da mão, é isso que importa.
O Pumpido acima, jogador, campeão do mundo em 86 no México e ao lado o Pumpido de hoje. Treinador, foi campeão da Copa Libertadores de 2002 pelo Olímpia do Paraguai. A foto do lado é quando ele treinava no futebol mexicano. Hoje treina o Al Shabab da Arábia Saudita.
Começou a carreira de técnico no mesmo lugar que começou com jogador, no Unión de Santa Fé, depois foi pro Olímpia, no México treinou o Tigres e o Veracruz. Na Argentina teve como trabalho de maior destaque a passagem pelo Newell´s Old Boys de 2005 a 2006, os clubes que treinou na Argentina os dois, da província de Santa Fé.
Respondi?
Olímpia 3 x 2 Grêmio – Vídeo; Compacto das duas partidas.
De ótima e feliz memória as escalações da primeira partida entre Olímpia e Grêmio, Libertadores de 2002. Abaixo da ficha do jogo um vídeo com um compacto do jogo de ida e de volta.
Olímpia 3 ( sistema de jogo 4-3-2-1 )
1; Tavarelli, 2 Isasi, 5 Cáceres, 3 Zelaya, 4, Da Silva; 6 Julio César Enciso ( capitão ), 8 Quintana; 16 Ortemann ( 17 Esteche ), 10 Benítez ( 7 Caballero ), 11 Gastón Cordóba ( 18 Estigarribia ); 9 Baez Técnico: Nery Pumpido
PS: Tavarelli jogou no Grêmio depois, lá foi rebaixado pra série B e levou o gol mil em gre-nais. Isasi é o mesmo que passou pelo São Paulo, Cáceres o mesmo que armou uma senhora briga com Riquelme no Boca, também jogou no River Plate antes. Paulo da Silva jogador do Toluca, filho de brasileiros e jogador da seleção paraguaia, como Cáceres. Enciso ex Internacional, que no jogo da volta tinha um camisa do Inter por baixo da do Olímpia, nos penâltis fez um gol e mostrou a camisa pra um estádio do grêmio calado. Ortemann é o mesmo que hoje joga no Grêmio, Baez é o mesmo que foi centro avante do Santos. Além do treinador Nery Pumpido é o ex-goleiro, campeão do mundo em 86 pela Argentina.
Grêmio 2 ( 3-5-2 )
12, Eduardo Martini; 15 Claudiomiro, 3 Anderson Polga, 5 Roger; 2 Ânderson Lima, 8 Fernando Menegazzo ( 21 Adriano ), 7 Tinga, 11 Zinho, 13 Pedrinho ( 16 Grafite ); 17 Fábio Baiano e 9 Rodrigo Mendes. Técnico: Tite
PS: Eduardo Martini joga no Avaí; Polga segue no Sporting Lisboa, Roger no Fluminense; Fernando segue no Bordeaux, Tinga se redimiu de todos seus pecados em 2005 e 2006 jogando no Internacional, hoje joga no Borussia Dortmund. Tite treina o Internaconal, que fez 4 no Grêmio no último gre-nal. Zinho é um dos maiores credores do Grêmio, tem um time no Rio que tem um uniforme Laranja-Gari; Fábio Baiano vi ele esse ano pela Ponte Preta.
Gols do Olímpia; Ortemann aos 21 do 1º tempo e aos 11 do 2º tempo, Benítez aos 21 do 2ºtempo
Gols do Grêmio: Ânderson Lima, 14 do 1º tempo e Rodrigo Mendes aos 40 do 2ºtempo.

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