Satan Klaus – Começo De Carreira.
Quem vê hoje não sabe… essa rica criatura vinda debaixo da terra já explicada aqui ( http://sergiohrds.wordpress.com/2008/12/09/satan-klaus/ ) teve um começo humilde, um sonoplasta chinelão e corria atrás da criançada em cima de uma Calói bem judiada. Duvidou?
Hoje peida beluga e no lugar de descendentes do Bambi tem é uns 8 lobos que deixa com fome antes de sair pra comemorar o aniversario 2009, do seu amigo Jesus ( não o porteiro mexicano ) já que como todos sabemos natal é a época do ano na qual o cadáver de Cristo sai da tumba e termina apavorando todo mundo. Como ele não queria assustar, dá presentes pra quem é igrejeiro e guarda uma cruzinha em casa.
Muitas vezes Satan Klaus já tentou convencer o JC a costear o alambrado e fazer uma parceria, a alegação é justa: ” Te cagaram de pau daquele jeito e tu foi enfiado a prego num sinal de mais gigante, pra completar onde tu mais faz sucesso hoje é na Universal e no Malafaia, porra… “.
Gripe Suína Incident? Bobby Fuller, Clash
I fought the law tem na versão do Clash uma coisa junto, parece que tem umas 30 pessoas brigando, é rápida e a esculhambação dessa multidão só dá consistência pra música, apatifando ela exatamente na mosca sem deixar que virasse uma coisa proibida de escutar. Resulta que em ficou bastante melhor que a original. Esse vídeo foi feito, na internet, deve existir uma versão do Clash mas todo esse que eu consegui é com cenas da polícia de Sanford, no Hot Fuzz.
Bobby Fuller fez uma baita versão que não é a original, essa do Buddy Holly e com o Sonny Curtis ainda no tempo dos Crickets. Uma coisa que chama atenção pra mesma música tocada noutra onda é um rockão antigo dos anos 50/60 termina valendo ver não só por que é muito bom, mas pelo contraste que as duas versões tem.
Também sensacional é o vídeo… dentro de uma cela na cadeia com nego tocando baixo em cima de colchão de presidiário e uma menina sozinha fora da cela aos gritos, uma groupie solitária que dança com um guardinha bem faceira, um sarro.
Andy Chango x Indomables
De la casi nada que separa el tanto de amistad entre yo y Diego Gvritz, de lo cual guardo cosas buenas, pero como era un mero redactor que a el ni sabe quien soy cabe tambien recordar que era un tipo movido a puro negocio. Esa cosa del negocio por el negocio demuenstra claramente la razon que redundo con el final de Duro de Domar en una ráfaga de estupidez que tuvo con Pettinato.
Emplear a un tipo como Mauro Viale es sintomatico, después sin criterio, a Fabián y cuando llegó a Pettinato alcanzando un suceso monstruo le dando la mano solo para echarle de una manera tan pelotuda y sabida…
Antes que digan, solo llamó a Fabio Alberti por que tenia una contrarespuesta por hacer a Pettinato, nunca por que PPT tenia una certeza ciega de darle a la gente un programazo. Nadie hace humor con acidez en el almuerzo es imposible.
Pero la mas pintoresca y loca pasaje de Mauro Viale por Indomables, que despues seria Duro de Domar y bué para un segundito y no más… quien contrata a Mauro tiene despues a Gianola, Petti y Alberti? Me hice entender… pero volviendo, Andy Chango… basta el nombre los videos abajo son la clara muestra de como el fue paciente y estaba arriba de todo el circo mediatico armado en aquel momento.
Andy salió fenomeno en un rincón tan cerradito, limitrofe intelectualmente y con una hipocrisia de mano dada con un moralismo asqueroso generado por cualquier ambiente en la grilla de tele que maneja Viale.
Rangers 0×3 Celtic; Campeonato Escocês, 29/04/01
Quando tem Rangers e Celtic é uma briga, não é um jogo o Old Firm como é chamado leva diferenças que vão muito além do campo, são diferenças sociais, de classe e religiosas.
O Rangers time da elite protestante que infla o lado mais nojento do clássico, fomentando uma espécie de ” superioridade protestante ” contra os Mics de verde. O Celtic católico com muita influência irlandesa e sempre com iniciativas institucionais de amenizar o clima de segregação.
Fazendo uma abertura de mercado, o Rangers com mais condições financeiras leva pro mercado local uma série de jogadores estrangeiros muitos já veteranos, mas com bom nome, Basile Boli é o primeiro exemplo que me vem, diziam que não era uma busca de mão de obra estrangeira mas uma abertura político-religiosa, já que muitos dos contratados eram católicos. Mais pra frente Caniggia jogou no Rangers ( e muito ).
Caía no Celtic desta vez a pecha de fomentador do segregacionismo, na verdade faltava grana pra trazer gente de fora, mas igualmente, nos anos 90 e nessa década foi uma dificuldade derrubada, Henrik Larsson, sueco, viveu a grande fase da carreira por lá.
Abaixo uma vitória do Celtic no campo do Rangers, Estádio de Ibrox, e por 3-0. Tinha um timaço o Celtic treinado pelo Martin O´Neill, que depois foi do 8 ao 80 pra ir parar no zero com o Leeds.
Rangers: Klos; Moore, Konterman, Amoruso; Ricksen, Ferguson,Albertz,Numan;Wallace; Dodds e Tore Andre Flo. Técnico: Dick Advocaat
Celtic: Douglas; Mjallby, Vega, Valgaeren; Agathe, Lennon, Lambert, Thompson e Moravcik; Johnson e Larsson. Técnico: Martin O´Neill
Gripe Suína Incident? Queen, Lemmy e Foo Fighters
Tie Your Mother Down… nem precisava de título, se auto explica por que é tão genial… a merda toda surge quando um título é encarado como uma espécie de batismo a um rei, termina dando pra coisas bem legais um nome horrrendo, de quinta.
É um clássico e quem não conhece, que trate de conhecer, é um rockãozão bem legal. As três versões aqui tem suas diferenças entre si. Dentro do limite do possível, é 3 acordes, botar o amante pra dentro de casa e ripa na véia!
O original do Queen ( ao vivo ) e a versão barulhosa do Lemmy do Motorhead, em carreira solo ( provavelmente com o Probot ) além do Foo Fighters ao vivo que tem no meio Brian May e Roger Taylor, dá uma espiada aí.
Queen em Wembley
Lemmy
Foo Fighters com Brian May e Roger Taylor em 2006 em uma homenagem do VH1 ao Queen.
Cinco Motivos Pra Evitar O 5/9; Argentina 0×5 Colômbia
Se no dia cinco que passou se viu o que se viu em Rosário, as memórias menos atentas com essa santa coisa que se chama futebol não atentaram pra um fato.
No mesmo cinco de setembro, mas de 1993, a Colômbia foi a Nuñez e fez 5 na Argentina, com direito a Maradona no meio da massa. Que inventem um feriado pro 5/9 proibindo futebol.
Os cinco motivos, colombianos todos, abaixo. Antes as escalações.
Argentina: ( 4-2-2-2/4-3-3/4-2-4 ) Sérgio Goycochea ( que foi a um programa de tv a noite com os 5 bem quentes na cabeça e um comentarista, ex jogador culpou ele ridiculamente pelos 5 gols. O comentarista era Jose Sanfilippo, El Nene, ídolo do Boca e mais ainda do San Lorenzo jogou no Bahia por 1 ano, pra evitar coisa pior Carlos Bilardo, surgiu do nada nos estúdios insultando Sanfilippo e esfriando o Goyco ) os outros 10 eram Saldaña, Borreli, Ruggeri, Altamirano; Redondo ( Acosta ), Simeone, Leo Rodriguez ( Turco Garcia ), Ramon Ismael Medina Bello e Gabriel Omar Batistuta. Técnico: Alfio Basile.
Colombia: Mondragon, Herrera, Perea, Mendoza, Perez; Alvarez, Gomez, Valderrama e Rincon; Asprilla e Valencia. Técnico: Francisco Maturana.
Gols; Rincón 41, 62 depois Asprilla 49,69 e o trem Valencia aos 84
Raridade; Equador 1 x 2 Internacional
Preparando-se pra Copa do Mundo de 2002, onde foi eliminada pela finalista Alemanha nas oitavas de final, fez em Quito, um arranca rabo de partida pro Mundial com o Internacional.
Como outra seleção em preparação pra uma Copa do Mundo, 4-0 na Nigéria, sensação do futebol mundial da época e toda titular no Festival de 25 anos do Beira Rio deu Colorado.
Gols de Diogo Rincón e Cássio ( ex Flamengo, Santa Cruz ) garantiram a vitória em Quito. Abaixo os gols da vitória no Equador.
gremio 1 x 2 SC Internacional; Campeonato Gaúcho 8/2/2009
Outra vez… agora já são 21 vitórias a mais em um clássico, se Milan e Ancona fosse clássico talvez tivesse aí um jogo com histórico pra pegar parelho.
O único clássico do mundo no qual existe essa diferença. Em quase 400 jogados, este passado foi o 374, existe um abismo de 21 vitórias a mais pro Internacional.
Depois de um primeiro tempo com sorte pelo gol de começo porém horrendo e desguarnecido na sua defensiva, o Internacional se arrumou na etapa final e tomou um golinho criminoso numa cagada mais que perdoável do Índio. Tem crédito pra entregar mais uns 45 bilhões de gols assim. A contundência no fim venceu, aproveitando suas chances em um contra ataque que Taison puxou voando pra dar o gol pro Nilmar. O Internacional seguiu a rotina de vitórias em clássicos.
Só o que desandou foi o comportamento juvenil da direção e comissão técnica do gremio depois do jogo, uma coisa é se indignar, outra não aguentar mais perder do rival sistematicamente, já Celso Roth mandando bater não é novidade mas é repulsivo. Alguém esqueceu do episódio dos microfones? Agora, isso não dá motivo pra ataques baixos, de uma vileza de gente despreparada e pouco madura que só valem a resposta do Assessor de Futebol e ex-Presidente do Internacional, Fernando Carvalho sobre o assunto: ” No gremio se ganha, se empata e se é roubado pela arbitragem “.
Grande jogo do Marcão, Indio apesar da falha, Alvaro, Taison, D´Alessandro e decisivo como sempre Nilmar. Danilo Silva também boa surpresa, contra a Ulbra quinta feira tinha entrado bem, Kleber já deu boas mostras mesmo em tão pouco tempo, não ter arrebentado o chanchito no meio não preocupa ele ainda vai fazer isso e bastante.
Internacional (4-2-3-1/4-2-4/4-3-3): Lauro; Danilo, Índio, Álvaro e Marcão; Magrão, Guiñazu, D´Alessandro (Kléber) e Alex (Andrezinho); Taison e Nilmar (Danny Morais). Técnico: Tite.
Grêmio (3-4-2-1/3-3-2-2): Vitor; Léo, Rever e Rafael Marques; Ruy, William Magrão (Adilson), Diogo (Jonas), Souza, Tcheco e Fábio Santos; Alex Mineiro. Técnico: Celso Roth.
Fala Que Eu Te Escuto… Se Der Respondo; Alemanha 2 x 1 Holanda, Copa de 90

Oitavas de final do Mundial da Itália. Um episódio bastante lembrado desse jogo foi quando Frank Rijkaard então centro médio do Milan deu uma voadora no meio de Rudi Völler na época centro avante de Roma. A rusga ganhou novo contorno e poucos minutos depois da falta os dois quase se engalfinharam dentro da área, lá, Rijkaard presenteou o técnico da Alemanha em 2002 com esse presentinho que tá bem a vista. O jogo? Tem um compacto de quase 10 minutos da tv alemã abaixo. Por cima o que dá pra dizer é que a Holanda de 90 não era, nem fisicamente, a mesma de campeã da Europa em 88. A Alemanha inteira, com um time muito bem montado por Franz Beckenbauer que depois foi campeão do torneio.
Alemanha ( 4-3-3/4-1-2-1-2 )
1 Illgner; 2 Reuter, 4 Kohler, 5 Augenthaler,3 Brehme; 10 Matthaus ( capitão ); 6 Buchwald, 7 Littbarski; 9 Voller ( expulso ) e 18 Klinsmann ( 13 Riedle). Técnico: Franz Beckenbauer
Holanda ( 4-3-3 )
1 Van Breukelen; 2 van Aerle ( 12 Kieft ), 3 Frank Rijkaard ( expulso, jogou esse jogo e tantos outros de zagueiro ) 4 Ronald Koeman, 5 van Tiggelen; 6 Wouters, 20 Winter, 11 Witschge ( Gillhaus ); 10 Gullit, 14 vant´Schip e 9 Van Basten. Técnico: Léo Beenhakker

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