Gripe Suína Incident? Bobby Fuller, Clash
I fought the law tem na versão do Clash uma coisa junto, parece que tem umas 30 pessoas brigando, é rápida e a esculhambação dessa multidão só dá consistência pra música, apatifando ela exatamente na mosca sem deixar que virasse uma coisa proibida de escutar. Resulta que em ficou bastante melhor que a original. Esse vídeo foi feito, na internet, deve existir uma versão do Clash mas todo esse que eu consegui é com cenas da polícia de Sanford, no Hot Fuzz.
Bobby Fuller fez uma baita versão que não é a original, essa do Buddy Holly e com o Sonny Curtis ainda no tempo dos Crickets. Uma coisa que chama atenção pra mesma música tocada noutra onda é um rockão antigo dos anos 50/60 termina valendo ver não só por que é muito bom, mas pelo contraste que as duas versões tem.
Também sensacional é o vídeo… dentro de uma cela na cadeia com nego tocando baixo em cima de colchão de presidiário e uma menina sozinha fora da cela aos gritos, uma groupie solitária que dança com um guardinha bem faceira, um sarro.
Andy Chango x Indomables
De la casi nada que separa el tanto de amistad entre yo y Diego Gvritz, de lo cual guardo cosas buenas, pero como era un mero redactor que a el ni sabe quien soy cabe tambien recordar que era un tipo movido a puro negocio. Esa cosa del negocio por el negocio demuenstra claramente la razon que redundo con el final de Duro de Domar en una ráfaga de estupidez que tuvo con Pettinato.
Emplear a un tipo como Mauro Viale es sintomatico, después sin criterio, a Fabián y cuando llegó a Pettinato alcanzando un suceso monstruo le dando la mano solo para echarle de una manera tan pelotuda y sabida…
Antes que digan, solo llamó a Fabio Alberti por que tenia una contrarespuesta por hacer a Pettinato, nunca por que PPT tenia una certeza ciega de darle a la gente un programazo. Nadie hace humor con acidez en el almuerzo es imposible.
Pero la mas pintoresca y loca pasaje de Mauro Viale por Indomables, que despues seria Duro de Domar y bué para un segundito y no más… quien contrata a Mauro tiene despues a Gianola, Petti y Alberti? Me hice entender… pero volviendo, Andy Chango… basta el nombre los videos abajo son la clara muestra de como el fue paciente y estaba arriba de todo el circo mediatico armado en aquel momento.
Andy salió fenomeno en un rincón tan cerradito, limitrofe intelectualmente y con una hipocrisia de mano dada con un moralismo asqueroso generado por cualquier ambiente en la grilla de tele que maneja Viale.
Rangers 0×3 Celtic; Campeonato Escocês, 29/04/01
Quando tem Rangers e Celtic é uma briga, não é um jogo o Old Firm como é chamado leva diferenças que vão muito além do campo, são diferenças sociais, de classe e religiosas.
O Rangers time da elite protestante que infla o lado mais nojento do clássico, fomentando uma espécie de ” superioridade protestante ” contra os Mics de verde. O Celtic católico com muita influência irlandesa e sempre com iniciativas institucionais de amenizar o clima de segregação.
Fazendo uma abertura de mercado, o Rangers com mais condições financeiras leva pro mercado local uma série de jogadores estrangeiros muitos já veteranos, mas com bom nome, Basile Boli é o primeiro exemplo que me vem, diziam que não era uma busca de mão de obra estrangeira mas uma abertura político-religiosa, já que muitos dos contratados eram católicos. Mais pra frente Caniggia jogou no Rangers ( e muito ).
Caía no Celtic desta vez a pecha de fomentador do segregacionismo, na verdade faltava grana pra trazer gente de fora, mas igualmente, nos anos 90 e nessa década foi uma dificuldade derrubada, Henrik Larsson, sueco, viveu a grande fase da carreira por lá.
Abaixo uma vitória do Celtic no campo do Rangers, Estádio de Ibrox, e por 3-0. Tinha um timaço o Celtic treinado pelo Martin O´Neill, que depois foi do 8 ao 80 pra ir parar no zero com o Leeds.
Rangers: Klos; Moore, Konterman, Amoruso; Ricksen, Ferguson,Albertz,Numan;Wallace; Dodds e Tore Andre Flo. Técnico: Dick Advocaat
Celtic: Douglas; Mjallby, Vega, Valgaeren; Agathe, Lennon, Lambert, Thompson e Moravcik; Johnson e Larsson. Técnico: Martin O´Neill
Gripe Suína Incident? Queen, Lemmy e Foo Fighters
Tie Your Mother Down… nem precisava de título, se auto explica por que é tão genial… a merda toda surge quando um título é encarado como uma espécie de batismo a um rei, termina dando pra coisas bem legais um nome horrrendo, de quinta.
É um clássico e quem não conhece, que trate de conhecer, é um rockãozão bem legal. As três versões aqui tem suas diferenças entre si. Dentro do limite do possível, é 3 acordes, botar o amante pra dentro de casa e ripa na véia!
O original do Queen ( ao vivo ) e a versão barulhosa do Lemmy do Motorhead, em carreira solo ( provavelmente com o Probot ) além do Foo Fighters ao vivo que tem no meio Brian May e Roger Taylor, dá uma espiada aí.
Queen em Wembley
Lemmy
Foo Fighters com Brian May e Roger Taylor em 2006 em uma homenagem do VH1 ao Queen.
Cinco Motivos Pra Evitar O 5/9; Argentina 0×5 Colômbia
Se no dia cinco que passou se viu o que se viu em Rosário, as memórias menos atentas com essa santa coisa que se chama futebol não atentaram pra um fato.
No mesmo cinco de setembro, mas de 1993, a Colômbia foi a Nuñez e fez 5 na Argentina, com direito a Maradona no meio da massa. Que inventem um feriado pro 5/9 proibindo futebol.
Os cinco motivos, colombianos todos, abaixo. Antes as escalações.
Argentina: ( 4-2-2-2/4-3-3/4-2-4 ) Sérgio Goycochea ( que foi a um programa de tv a noite com os 5 bem quentes na cabeça e um comentarista, ex jogador culpou ele ridiculamente pelos 5 gols. O comentarista era Jose Sanfilippo, El Nene, ídolo do Boca e mais ainda do San Lorenzo jogou no Bahia por 1 ano, pra evitar coisa pior Carlos Bilardo, surgiu do nada nos estúdios insultando Sanfilippo e esfriando o Goyco ) os outros 10 eram Saldaña, Borreli, Ruggeri, Altamirano; Redondo ( Acosta ), Simeone, Leo Rodriguez ( Turco Garcia ), Ramon Ismael Medina Bello e Gabriel Omar Batistuta. Técnico: Alfio Basile.
Colombia: Mondragon, Herrera, Perea, Mendoza, Perez; Alvarez, Gomez, Valderrama e Rincon; Asprilla e Valencia. Técnico: Francisco Maturana.
Gols; Rincón 41, 62 depois Asprilla 49,69 e o trem Valencia aos 84
Raridade; Equador 1 x 2 Internacional
Preparando-se pra Copa do Mundo de 2002, onde foi eliminada pela finalista Alemanha nas oitavas de final, fez em Quito, um arranca rabo de partida pro Mundial com o Internacional.
Como outra seleção em preparação pra uma Copa do Mundo, 4-0 na Nigéria, sensação do futebol mundial da época e toda titular no Festival de 25 anos do Beira Rio deu Colorado.
Gols de Diogo Rincón e Cássio ( ex Flamengo, Santa Cruz ) garantiram a vitória em Quito. Abaixo os gols da vitória no Equador.
gremio 1 x 2 SC Internacional; Campeonato Gaúcho 8/2/2009
Outra vez… agora já são 21 vitórias a mais em um clássico, se Milan e Ancona fosse clássico talvez tivesse aí um jogo com histórico pra pegar parelho.
O único clássico do mundo no qual existe essa diferença. Em quase 400 jogados, este passado foi o 374, existe um abismo de 21 vitórias a mais pro Internacional.
Depois de um primeiro tempo com sorte pelo gol de começo porém horrendo e desguarnecido na sua defensiva, o Internacional se arrumou na etapa final e tomou um golinho criminoso numa cagada mais que perdoável do Índio. Tem crédito pra entregar mais uns 45 bilhões de gols assim. A contundência no fim venceu, aproveitando suas chances em um contra ataque que Taison puxou voando pra dar o gol pro Nilmar. O Internacional seguiu a rotina de vitórias em clássicos.
Só o que desandou foi o comportamento juvenil da direção e comissão técnica do gremio depois do jogo, uma coisa é se indignar, outra não aguentar mais perder do rival sistematicamente, já Celso Roth mandando bater não é novidade mas é repulsivo. Alguém esqueceu do episódio dos microfones? Agora, isso não dá motivo pra ataques baixos, de uma vileza de gente despreparada e pouco madura que só valem a resposta do Assessor de Futebol e ex-Presidente do Internacional, Fernando Carvalho sobre o assunto: ” No gremio se ganha, se empata e se é roubado pela arbitragem “.
Grande jogo do Marcão, Indio apesar da falha, Alvaro, Taison, D´Alessandro e decisivo como sempre Nilmar. Danilo Silva também boa surpresa, contra a Ulbra quinta feira tinha entrado bem, Kleber já deu boas mostras mesmo em tão pouco tempo, não ter arrebentado o chanchito no meio não preocupa ele ainda vai fazer isso e bastante.
Internacional (4-2-3-1/4-2-4/4-3-3): Lauro; Danilo, Índio, Álvaro e Marcão; Magrão, Guiñazu, D´Alessandro (Kléber) e Alex (Andrezinho); Taison e Nilmar (Danny Morais). Técnico: Tite.
Grêmio (3-4-2-1/3-3-2-2): Vitor; Léo, Rever e Rafael Marques; Ruy, William Magrão (Adilson), Diogo (Jonas), Souza, Tcheco e Fábio Santos; Alex Mineiro. Técnico: Celso Roth.
Fala Que Eu Te Escuto… Se Der Respondo; Alemanha 2 x 1 Holanda, Copa de 90

Oitavas de final do Mundial da Itália. Um episódio bastante lembrado desse jogo foi quando Frank Rijkaard então centro médio do Milan deu uma voadora no meio de Rudi Völler na época centro avante de Roma. A rusga ganhou novo contorno e poucos minutos depois da falta os dois quase se engalfinharam dentro da área, lá, Rijkaard presenteou o técnico da Alemanha em 2002 com esse presentinho que tá bem a vista. O jogo? Tem um compacto de quase 10 minutos da tv alemã abaixo. Por cima o que dá pra dizer é que a Holanda de 90 não era, nem fisicamente, a mesma de campeã da Europa em 88. A Alemanha inteira, com um time muito bem montado por Franz Beckenbauer que depois foi campeão do torneio.
Alemanha ( 4-3-3/4-1-2-1-2 )
1 Illgner; 2 Reuter, 4 Kohler, 5 Augenthaler,3 Brehme; 10 Matthaus ( capitão ); 6 Buchwald, 7 Littbarski; 9 Voller ( expulso ) e 18 Klinsmann ( 13 Riedle). Técnico: Franz Beckenbauer
Holanda ( 4-3-3 )
1 Van Breukelen; 2 van Aerle ( 12 Kieft ), 3 Frank Rijkaard ( expulso, jogou esse jogo e tantos outros de zagueiro ) 4 Ronald Koeman, 5 van Tiggelen; 6 Wouters, 20 Winter, 11 Witschge ( Gillhaus ); 10 Gullit, 14 vant´Schip e 9 Van Basten. Técnico: Léo Beenhakker
Esclarecendo Daniel Passarella…. Argentina 1 x 2 Holanda, Copa do Mundo 1998
Antes de qualquer coisa, quando se fala na Argentina de 98 se fala em Daniel Passarella e alguns de seus bens chatinhos metódos no convívio com tudo que dissesse respeito direto a Seleção ganharam contornos duma vilania desproporcional, que ele simplesmente não tem.
No campo vem os esquecimentos, Zanetti, que só não era melhor que Cafú e Thuram essa altura da vida. Muito menos não se dá o devido valor aos dois centrais Ayala e Sensini. O que jogavam Almeyda, Simeone, Ortega e o craque do time que era Juan Sebastián Verón, abraçado com Daniel Alberto na foto. Ainda, a fase ultra goleadora do Batistuta e numa escala menor, mas não menos importante do Piojo Lopez. Tinham estilos que se completavam.
Mas qualquer um vivo e são em 1995, ano que assume Passarella a seleção, lembra da maior bobagem que se criou em torno dele. Que proibia jogadores de cabelo comprido no time. O que nunca existiu, o que sim fez Passarella foi afastar da Seleção os principais líderes de 86,90 e 94. Pra quem não sabe, em 94 Basile chegava bêbado na concentração na companhia as vezes até de jogadores igualmente mamados, que na concentração tinham suas famílias, podiam falar com a imprensa na hora que fosse. Particularmente não vejo eu nenhum problema nisso, as bebedeiras tampouco o ambiente que criaram não tiraram a Argentina da copa em 94. A baixa depois da sacanagem que fizeram com Maradona e como comprometeu a equipe animicamente é um fato. Outro, 17 chutes no gol da Romênia, só duas entram, deles 3. O ambiente não era nefasto, foi fundamental pro sucesso de 86 e pro sucesso sem vitória de 90.
As equipes de 86 e 90, dirigidas por Carlos Salvador Bilardo tinham em comum a solidez defensiva mais o fato de em 86 o escape do contra ataque estar em Burruchaga e Maradona já em 90 era Maradona e Caniggia.
Alfio Basile vê o futebol de uma maneira totalmente diferente. Em 94 um meio com Simeone asilado na função de volante, Redondo, Maradona depois Caniggia, Balbo e Batistuta. Ainda com Chamot e Cáceres toda hora vindo do fundo. Partia de uma premissa de ter mais posse de bola, encurtar o campo pro rival com seus jogadores de frente ( e nisso não falo em nenhuma marcação holandesa ).
Passarella era um híbrido futebolístico dos dois, tri campeão nacional com o River Plate, ( assumiu em 90, se aposentou em 89 num Boca x River que foi expulso jogado no campo do Velez ) era disciplinador, muito e talvez até demais no começo da carreira, inflou esse personagem na Seleção. Mas nunca um babaca que proibisse jugadores de cabelo curto ou largo no time, pode sim querer se pegar no pé dele por mil motivos, não ter chamado Sorin, poderia discutir por que não Caniggia por Claudio Lopez ( que na época voava no Valência ).
Só esse mito devia ser esclarecido, talvez tenha acontecido até coisa pior, uma espécie de transformação da Seleção no time dos meninos do treinador. Apesar de eu não ver gente com o temperamento do Simeone e do Verón se sujeitando a isso. Mas que sim existia com Passarella a figura do chefe, ausente do banco da seleção há tanto tempo e seu antecessor ter um administrado um bordel e não um time de futebol, cria uma onda de excessos na disciplina? Acho que sim, no momento Fernando Redondo outra controvérsia da sua época na Seleção não jogar era questão também de sistema, queria um 5 fixo como Simeone. Não se tratava só de desavença pessoal com o treinador.
Outra, fazer uma forcinha e pensar com a cabeça alheia nunca doeu. Passarella foi rifado da Seleção como capitão e jogador justamente quando a semente desse grupo é plantada em 82, por Maradona. Passarella por si mesmo deve ter tido muita dificuldade pra conviver no ambiente de 86, no qual foi quase que implantado por Bilardo contra a vontade de Maradona. Em 86 sequer jogou. Fosse a 94 seguramente ali buscaria o suicídio em segundos de convívio com aquela maneira de se levar as coisas.
Além do mais sua eliminação na Copa do Mundo foi num jogão com a Holanda, os 8 minutos e um pouco mais do compacto dão uma idéia. Idéia de 8 minutos em 90, mas dão.
Argentina 1×2 Holanda; Quartas de final, Copa do Mundo 1998.
Argentina ( 4-3-3 )
1 Carlos Roa; 22 Javier Zanetti, 2 Roberto Ayala, 6 Sensini, 3 Chamot( 18 Balbo ); 8 Simeone ( capitão ), 5 Matías Almeyda ( 4 Pineda ), 11 Verón; 10 Ortega, 7 Cláudio Lopez e 9 Batistuta. Técnico: Daniel Alberto Passarella
Holanda ( 4-4-2/4-3-3)
1 Van Der Sar; 2 Reiziger, 3 Jaap Stam, 4 Frank de Boer ( capitão ), 5 Numan; 7 Ronald de Boer ( 14 Overmars ), 6 Jonk, 16 Davids, 11 Cocu; 10 Bergkamp e 9 Kluivert. Técnico: Guus Hiddink
Gols: Kluivert, Lopez e Bergkamp.
