Por Favor…
Uma jogada de merda no ventilador inédita, nunca foi do meu feitio isso, direcionado pra gente chata de carne, osso e sangue todos falantes da língua inglesa, a ESTRUTURA DO TEXTO que é quase uma transcrição do que foi dito cara a cara entre eu e a pentelhagem ser cobrada, tem nome, falta do que fazer.
Rant
*Fuck Jung, now i believe just a tad more on you, to put a big time rant only in another way… except your own!
But now, i have no intention and i never did, of denying you… something you enjoy. But then it cames to you, that asshole that use to talk about himself the whole time, and about this thing, to me is just a word ALTERNATIVE.
Just like someone decided to live an alternative lifestyle, honestly to me alternative means transform the entire normality into something so out of reach and with a cool crunch around, that only they can enjoy and are good enough to understand their own hype. Suck my fucking joint, i won´t even say the classic rest, junkie isn´t an offense we all know why.
Now that´s one down.
Another one goes to the ones who can´t hold their mouth. Honestly, i do believe this post one off the rare with personal content and in another language, just brings too much from the past, but let me be clean. It´s no my thing since a very long time cultivate the same habits and being very verbal about it, worse, to think that have a white nose and punch the chest like who says: “Yeahhh, paaaaartyyy, needles, coke!”. Sorry, but it´s just not for me anymore. I can get high, go outside the box with a really healthy sex life, it´s not other people matters. Only mine. About getting wasted every single day, ok… eventually 3 in 3 months ;) BS!
What trully upsets on my former chaps is this need to bring me down, combine that with the fact of my very well know theory that social life is indeed torture dressed as fun… so that make me appear each time less and less, when i decided to come back it was very simple, i just said… time to change, and the past? Fuck that! Sleeping i can do anything better than these people, i just never thought that i had to hear now. To later, once and again listen from a bunch of mouths but not theirs, that they are really sorry. Sorry it doesn´t mean you understand. Not accepted.
And the final, for crying out loud, wanna bitch about and spread some nasty news and put a stick of ” Demented, Violent, Fucked up, Insecure, Emotional” ? It will hurt a way more if some of you do it saying straight on my face, the ring is ready at least. Let´s face it, when you reach a point of knowing even how the other one smell, it´s just normal and morally correct just say it! Whatever the fuck you have to say, if we once were close, really close, come to my face. Once someone that you share intimacy stars sick rumors about you, just make me wanna puke.
And by the way… it´s trully sad but it´s true, all the so called buddies who took part in this rant are well developed super brains who can reed in more than one language.
In closure… Three things… all this shit is so much for the past, it´s over, when it hit the fan i just felt that if i didn´t came to my public possibility, what would i do? So… get lost if you see me somewhere, avoid me… after all, unlike each and every one of you down here i just could not find a way to get along with you all ;)
VT/Remix De Post; Shopping Center – 7/12/08, Mudado Levemente Hoje 5/02/10
Odeio Shopping Center, poucas coisas me dão tanto sono e me tiram tanto a paciência desde pequeno até hoje. Saber que no fim das contas, até uma teoria sociologica tem em cima disso, me faz ter sentir bem e dar uma estrelinha de orgulho pra um dos desgostos que eu tenho. O post original é esse… http://sergiohrds.wordpress.com/2008/12/07/shopping-center/
Eu gosto de mudanças, mas não suporto apressamento e desespero. Desespero de se condensar tudo em uma coisa só. Foi-se o tempo, que eu não vivi, no qual as partes centrais da cidades eram largas, esparramadas e isso não parece importante, mas é, a céu aberto. Lá, no Centro ou ainda na Cidade, se encontrava tudo e todos no ponto de vista que se quiser utilizar. Era um lugar de inclusão social também, o compromisso era simplesmente se fazer presente. Se dizia Centro, pois se tratava do centro literal da cidade, o ponto de concentração de todas as atividades do lugar.
Com a passagem apressada e desesperada que o capital e a sociedade de consumo socam garganta adentro dos hábitos da sociedade, desde o momento no qual um centro não importa do que, deixam de ser rentáveis o tempo toma um corridão do interesse financeiro e dessa loucura e caça por uns pilas a mais, o Centro antigo esta marginalizado. E como as decisões econômicas são todas uniformes, um outro pólo de consumo surge. Esse lugar novo, esse substituto do Centro, quando surge o Shopping Center vem com uma nulificação nas relações humanas e estímulo inédito pelo consumo.
O finado Centro hoje é um gueto, perdeu todo pro Shopping Center. De funcionamento simplório, fácil, são rápidos o cara paga e leva a mercadoria, armados de sistema de segurança pra espantar quem não quer comprar nada, de forma em seus parecidas com a de um caixote e agora é o ponto grosso de fluxo de gente, se consume no Shopping agora. Os quase finados centros antigos hoje são relegados a um papel de mero aglutinador de gente pobre, com praças que hoje são casas de quem não tem casa. O Shopping é o catalizador deste movimento e encontro de gente pronta pra comprar, e é pela sua natureza um agente de exclusão social.
Tudo está no Shopping, de supermercados a livrarias, lojas de sapato, academias, cinemas. Existe para consumir, claro, mas o problema é como esse consumo se dá. Sendo um agente excludente, que busca afugentar quem não pode consumir, tem até uma estética do conusmo na sua projeção arquitetônica. Lá, tudo é mercadoria, não existe coisa que não esteja a venda e devidamente pronta pra ser comprada em um Shopping Center, diferente do Centro que aglutinava as pessoas através de outros tantos atrativos como: ” Vou ao Centro, lá sempre acho um amigo, todo mundo ta lá “. O Shopping é feito para consumidores, vou dizer pela primeira vez que insisto nessa brutalidade sobre como um Shopping Center funciona. Uma puta tem mais variáveis no que oferece no serviço dela que um Shopping. Toda a estética de mercado,( como insiste a ensaista argentina Beatriz Sarlo, grande estudiosa sobre esse assunto, a melhor ) é sinistra, desde a maneira como tudo está colocado exatamente sempre no mesmo lugar, por exemplo. Fiambres em um lado, artigos de pesca noutro, eletroeletrônicos pro outro e pão quente logo adiante não estão ali por acaso. Isso é um técnica de venda, essa colocação dos produtos.
Que se note, o Shopping hoje é quase uma Dimensão Mundial Paralela. São iguais em Jacarta, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Paris.
Pasteurizador dos hábitos, se preocupa com que lá dentro existam consumidores, direitos de consumidor nunca de cidadão, lá se vai pra comprar e mais nada. Essa unidade estética do Shopping Center faz com que um Malaio, se perdido no Cudomundistão se quiser sentir minimamente a vontade, possa recorrer a um Shopping Center, terá uma sensação de conforto. Se trata de um lugar idêntico aquele já existente de onde veio, o número de turistas num Shopping me assusta, lá ele encontra mais sinais da coisificação do convívio humano contemporâneo, sempre vai dar de cara com um McDonalds, Adidas, Fiorucci. E isso é um fato, vejam que coisa triste é um turista dentro de um Shopping center… e acontece e muito.
Os excluídos, sem grana, são compelidos a consumir com o dinheiro que simplesmente não tem, vítimas de um truque sujo demais. Como não podem comprar nada, pelo menos estão fisicamente presentes no Novo Centro, fazer parte e ser visto em um Shopping center é uma garantia de status social jogado pra cima. Podem ser vistos e se misturarem na paisagem a classe média e alguns pouco mais abastados, porém não consomem. Existe aí, uma muito baixa e desalmada espécie de inclusão social. Simplesmente estar, pois consumir é o canal, que fim de mundo.
Estes novos centros do consumo também remodelam os hábitos de locomoção e até extendem ou encurtam a geografia de uma cidade. Aqui em Porto Alegre se fez um Shopping em uma região ingrata de se ir, longe de tudo. Nunca foi hábito muita gente ir até esse local, até que se fez este Shopping Center. Inclusive a filial aqui tem o mesmo nome do original carioca Barra Shopping. Antes eram raros os ônibus que passavam por toda cidade e chegavam na região do Shopping novo, aliás raros não, quase inexistiam. O ônibus que passa pra lá, só pode ( por enquanto ) chegar no lugar passando no meio da Vila Cruzeiro, um lugar perigoso demais na cidade. Já é o novo local de aglomeração da classe média que não se dá conta, o Shopping caga pilhas pras pessoas e é um sujeito aparte da cidade ( tendo em vista que se coloca onde for, não se dá o trabalho de ficar em regiões tradicionalmente aglutinadoras de gente, facilitando o consumo, ele impõe onde consumir se encherem muito o saco eles vão pra lua ) . Ele não se importa com a cidade, já que ele como já disse antes tem consumidores, não cidadãos.
Bem verdade que daqui por diante, essa região onde está o Shopping Center novo se torna rapidinho um ponto vivo na geografia da cidade. Fechados, iguais, sem imaginação, destinados e insisto SOMENTE ao consumo e nada mais, que raiz histórica tem um Shopping Center? A incrível epopéia da liquidação das Surf Shop em 2001 que de tão pouco venderem fecharam? O Shopping é vazio pela sua própria natureza. Insisto por fim, nesse novo centrão de consumo, se reflete a privatização da vida que o mercado logrou sobre nossas vidas e sobre nossos direitos de cidadãos, mais que qualquer outra coisa, a existência e dependência do Shopping Center é mais uma vitória de tudo que é privado sobre o público.
Inglaterra 3×0 Dinamarca; 8ªs De Final Copa Do Mundo 2002
Me lembro desse jogo, segundo das oitvas do Mundial do Japéia 2002. O primeiro foi a Alemanha eliminando o Paraguai do Gordo Chilavert com Cesare Maldini de técnico. Quem passasse de Inglaterra e Dinamarca pegaria o Brasil, caso a Merdeamarela fizesse sua parte contra os belgas. Rivaldo e a arbitragem fizeram.
Nesse jogo duas maneiras bem diferentes de jogar se batiam, com Morten Olsen a Dinamarca só não atacava com o goleiro por que não dava, verdade que abafavam bem a saída de bola do rival, mas dois toques pra frentes e corretos matam qualquer qualquer marcação sob pressão. A Dinamarca jogava rápido, curto e com gente pra caralho quando tinha a bola no pé.
A Inglaterra se aproveitava do espaço deixado pela Dinamarca, dos três gols, dois são de contra ataque com bola longa e poucos toques e jogadores participando até o fim da jogada.
No primeiro, Rio Ferdinand chuta pro gol e o Sorensen foi além da falha, fez pior e foi além, dando o gol do 1-0 pra Inglaterra.
O jogo se resumiu a um time que atacava feito doido e um outro, contra o rival, era um time clássico do Eriksson… sabia esperar e matar o adversário no cansaço dando a bola pra que tentasse atacar e batesse no muro defensivo armado por ele. Contra ataque e bola longa da Inglaterra, sempre deixando o adversário sem condições de reagir. No fim o 3-0 veio e foi justo.
Ficha técnica
Inglaterra ( 4-4-2 ) 1- Seaman; 2 Danny Mills, 5 Rio Ferdinand, 6 Sol Campbell, 3 Ashley Cole; 7 David Beckham, 21 Nicky Butt, 8 Scholes ( 23 Dyer ), 4 Sinclair; 11 Heskey ( 17 Sheringham ) e 10 Owen ( 9 Fowler ). Técnico: Sven Goran Eriksson
Dinamarca ( 4-4-2 ) 1 Sorensen; 6 Helveg ( 20 Bogelund ), 4 Laursen, 3 Henriksen, 12 Jensen; 19 Rommedahl, 2 Tofting ( Claus Jenses ), 7 Gravesen, 8 Gronkjaer; 11 Sand, 9 Tomasson. Técnico: Morten Olson
Gols, Ferdinand 5, 1ºt… Owen 22 aos do 1ºt e Heskey aos 43 do 1º
Tá Perigoso…
Cada vez que se chega uma reflexão, por menor que seja traz sempre junto um cagaço. Ou se quiser e lembrar de um grandes filósofos cabaços da história, Kierkegaard, uma angústia… que leva ao nada, que leva a morte, que faz com que haja mais angústia, já que assim eu sei… sou finito. Essa experiência me revalida como ser humano, até a próxima angústia.
Quem anda acompanhando o debate sobre a lei dos Direitos Humanos, aquela que basicamente gostaria muito de dizer: ” Militar assassino e torturador tem que ir pra cadeia, rompeu convenções internacionais de direitos humanos, foda-se a Lei da Anisitia, nada é amplo geral e irrestrito quando um direito humano foi violado”. Quando se discute, se duvida qual o lugar do sujeito rompedor de tratados dos direitos humanos, aí tem coisa errada.
No caso do Brasil, pra se começar com as torturas e assassinatos da época do regime militar, nunca se teve pra que se buscasse no mínimo um interesse de um debate relevante e até hoje não há organizações da sociedade civil relevantes e com poder de alguma espécie de transformação no tema da violência oficial de Estado que durou de 1964 até 1985. Aliás, um exercício de conhecimentos gerais interessante, tristemente interessante, seria passar por toda sorte de brasileiro e pedir pra ele o nome, só o nome, de um dos presidentes do regime.
Eles não sabem. Aqui não existe interesse na busca do conhecimento sobre si e muito menos sobre esse tipo de justiça, a justiça no Brasil é a da decisão feita por cima. Se conseguiu um nível de alienação das classes trabalhadores e a margem de um poder tremendo, maior que o comum.
Quem é da classe média ou pobre, só quer saber se o seu rabo. Que tanto é queimado na índole, como se fosse esse aqui um povo desalmado e desinteressado pelo que se passa consigo, comete um erro. Aquele conseguindo enxergar uma vocação pra ser muito mais de espectador do que de cidadão, aí não tá vendo gente morta. Pior é que essa classe média, elege como seus vilões personagens da mass media, ou de situações propagandeadas pela mesma. Esclarecendo um pouco mais, por aqueles que controlam os meios e botam as cartas na mesa.
Um viciado fumando crack é um alguém que… e infelizmente não lembro quem falou, mas: ” tem que tomar tiro “. Já o crápula da lista de execuções de subversivos, Silvio Frota durante a ditadura militar, este um assassino, ninguém sabe nem quem é.
Encontrar nos culpados pela falência do Estado em gente das mais diversas, como um viciado e amanhã é o camisa 9 do Flamengo, enfim é um posto sempre vago. Isso é absurdo, um viciado de uma hora é o culpado por tudo. Brilhante Ulstra, notório e orgulhoso por ser torturador gaúcho anda por aí, dá entrevista pra quem quiser também… alguém sabe dele como sabe do último vídeo de algum japônes comendo merda no Youtube?
Quem botar as mãos no livro que explica o Brasil, O Povo Brasileiro … Darcy Ribeiro percebe desde o comecinho que as grandes e pequenas decisões no Brasil foram todas tomadas de gente grande pra gente grande, cagando pilhas pras classes abaixo e sempre buscando a conciliação, nunca terminando em conflitos. Jogando pras classes que não as dominantes pseudo-problemas para que tenham com o que se preocupar, afinal de contas, quem tá por cima se dá seguramente a um trabalho, manter-se no poder e pra tanto alienar, especialmente com má formação escolar.
Com tudo que se fala da abertura dos arquivos da ditadura, tomara que no Brasil, justamente por esse desconhecimento da própria história, espero que não exista a criação no Brasil da Teoria dos Dois Demônios, falácea argentina que culpava os membros da sociedade no mesmo nível dos genocidas de Estado.
A Lei de Anistia é um caso brasileiríssimo, foi costurada por gente graúda do exército, ou alguém tem duvidas que escrotidões levadas em conta a ” distensão lenta e gradual ” do governo Geisel não foi fundamental pra uma redemocratização como insistem em dizer alguns, mas foi sim o começo de uma saída dos milicos do governo que em diversos e influentes setores já não aguentavam mais governar. Sair fora por que não se aguenta mais e buscar redemocratizar são coisas diferentes.
A total alienação e indiferença da classe média, que ama encher a boca pra odiar o presidente não diplomado, amado por todos os diplomados ao redor do mundo, não sabe ela um ovo de nada com nada, cai em diversas e simplórias contradições. Inclusive deve votar na candidata do presidente na eleição por vir, pois sua relação com tudo que lhes diga respeito na vida, passa por uma relação ultra pragmática de fins pelos fins. Ter capacidade de consumo garantida e essa é a porta pro seu paraíso. E isso foi conseguido nos últimos oito anos.
Que importa então se um banqueiro ladrão peso pesado, Daniel Dantas, possa terminar fora da cadeia em pouco tempo, essa notícia vai ser sonegada voando dos meios de comunicação. Imagina o que tem de rabo preso o Daniel Dantas… agora quando o assaltante que mora na Vila das Sete Facadas é solto, aí sim o medo paralisa.
Por que ninguém fala dos membros do exército que mataram e torturaram? Por que Yeda Crusius com uma quantidade de indícios gigantescos de corrupção em seu governo simplesmente não é mais lembrada por isso? Todas essas pessoas mantém, a seu momento que por vezes é quase eterno, uma relação promíscua de perdões de dívidas por reportagens carinhosas com seus candidatos, os donos dos meios fazem a maior gráfica do continente, mas devem fgts pra nego que não escreve lá há quase trinta anos.
Se manipula, se manobra e pra quem tá no meio da caminho de quem vive no andar de cima, são impostos sem parar figuras de uma inexpressão gigante, seja por elas em si e sua falta de expressão ou pela crueldade e barbaridade daquilo que cometeram. Por mais que tenham cometido monstruosidades, honestamente, quase um ano do casal que matou duma forma repugnante uma criança morando na minha tv…
A intenção dos donos dos meios e da propaganda dos mesmos é clara, dizer que a tua vida é uma merda, mas é a melhor merda disponível, dentro da tv tem gente que se fode mais que tu.
Afinal de contas, tu chega em casa cansado do trabalho e não foi humilhado como a Geisy. Tu é o pobre diabo, mendigo, aspirante a comediante do Pânico preso outra vez? Nem é o menino brasileiro que a Madonna adotou, agora no São Paulo Fashion Bicha, esse invejado, existe uma descarga de ódio no coitado do guri que não fez nada, literalmente.
Escamoteiam na polítca, vão pegar no pé de um senador puta véia, ex presidente da república que tava com a corda no pescoço, mas na verdade teve em um belíssimo jogo de cartas marcadas. Agora, quando o jornal mandou tu odiar ele, tu foi lá e mandou bala. Perderam uma bela chance, acusar um bandido graúdo de coisas do tamanho dele, mas não, acusaram de fazer porno softcore.
Me falta querer tudo tão duro e severo, quadradadão. Nada disso, só que não se duvide da inteligência alheia como sempre faz, nunca é nem será demais reclamar.
Isso, de assassinar a prórpia opinião e fazer os meios criarem a tua é triste, quem tá errado agora é o sujeito da borracharia que adulterou meia dúzia de revisões. Agora, quem de fato merece atenção e dedo em rise, é tratado por gente que pra tantos parece fora do alcance, como… ” ah, ninguém faz nada, nunca dá nada “.
O mesmo cara reclama como se fosse o padeiro que subiu o preço do pão o responsável pelos problemas que quando ficam complexos ele, reclamão, pula fora. O perigoso disso tudo é que ele foi educado pra ser assim, não faz por má índole. Voltamos lá pro começo, não há órgãos na sociedade civil com poder de contestação pra situações complexas, que se proponham a choques com o governo, esses órgãos presumem uma formação anterior de cada um dos sujeitos antes de chegarem na sua própria formação.
Esse processo se dá na formação do indivíduo, e é dever do Estado, não é plano pra funcionar hoje e como é um plano longo que nunca pode parar, talvez seja inviável já que é um processo de duração larga, muitos anos e que deve ter uma coesão e continuidade que só o governo Vargas e o atual souberam e conseguiram dar nesse país.
No fim de tudo, vi um exemplo que a alienação foi rompida. Por um momento de privação dos sentidos, mas até certo ponto. Achei simbólica uma cena, a influência dos meios é expelida do ser quando ele é jogado pro lado mais primitivo do próprio comportamento, no comportamento coletivo. Quando a torcida do Coritiba, o pessoal barra pesada, putos da cara pelo rebaixamento do time invade o gramado e foi provocada pelo Cuca, treinador do Fluminense, contra o Cuca não fazem nada. A torcida caça é a polícia, aqui se mostra uma atitude não necessariamente tão primitiva se sabe por definição que é uma multidão enlouquecida bate até no chão e em quem provocou ela, não elege um alvo direto.
Durante um momento de revolta, a turba insandecida bateu em quem representava autoridade, uma atitude despolitizada, quase que primitiva. Mas é de um simbolismo enorme, a forma como ela simplesmente não vai pra cima de quem provoca ela, como ela se estivesse mediante a eterna influencia o faria. Ataca quem representa uma possibilidade de opressão imediata ao poder dela atacar, quem representa e pode compelir a violência deles, através de um tipo de violência igual é o alvo.
Iguaizinhos 12
Depois de muito tempo isso aqui voltou, com uma semelhança bem manjada pra quem acompanha futebol.
Enzo Francescoli, uruguaio, símbolo do River Plate e um jogadoraço tá a esquerda com um faixa no peito que mais parece um cinto de segurança.
A direita, Diego Milito que começou no Racing Club, cortando a ópera hoje vive de fazer ( muitos ) gols pela Inter de Milão.








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