Mas até 3.0

Dá Um Tapa Na Tela Que Funciona, Remix

Publicado em Bizarro, Dá Um Tapa Na Tela Que Funciona por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Novembro 1, 2009

Quando se pode ver as maneiras com a qual os visitantes chegaram aqui deixa as coisas interessantes e de uma estranheza monstruosa. O WordPress disponibiliza até o exato endereço do link que jogou o sujeito pra dentro do teu blog, mas aí chega a parte genial, já que eles deixam outros jeitos de saber como te descobriram.

Tem quem procure por frases, palavras exatas e por elas chegam até esse antro de… ah isso aqui é um antro, isso se prova agora que eu vou passar a publicar os termos pesquisados, muitos que nem a mais remota ligação tem com o que tá disponível por aqui. Tem uns doidos mas daqueles bem doidos, procurando cada coisa que eu nem sabia eram alvo de procura. Nacionalidade de genitálias é uma dessas. Lá vai.

holanda 1994 2
escalaçoes de palavrao 2
escalação do barcelona de 94 2
corinthians 2
riquelme 2
sebastian bach 2009 1
clênia maranhão 1
s.l.b. 1
amy winehouse fotos antigas 1
câmpeonato em colorado 1
carta para papai noel 1
chilavert 1
boquete em cavalo 1
eli soriano irmão tradutora 1
hemorroida anal com fotos 1
amy jade winehouse 1
buceta de filipina 1
amy winehouse 1
fotos internacional campeao de tudo 1
cavalos domados 1
real madrid 2000 escalacao 1
enganadores 1
carta para o ministro tarso genro 1
cavalo viado 1
foto de magrao do sport 1
fotos do corinthians 1
campeao da euro-america 96 1
magrão goleiro do sport 1
elia junior simone melo

Gripe Suína Incident? Bobby Fuller, Clash

Publicado em Clássico, Gripe Suína Incident?, Música, Rock, Vídeo de música por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 30, 2009

I fought the law tem na versão do Clash uma coisa junto, parece que tem umas 30 pessoas brigando, é rápida e a esculhambação dessa multidão só dá consistência pra música, apatifando ela exatamente na mosca sem deixar que virasse uma coisa proibida de escutar. Resulta que em ficou bastante melhor que a original. Esse vídeo foi feito, na internet, deve existir uma versão do Clash mas todo esse que eu consegui é com cenas da polícia de Sanford, no Hot Fuzz.

Bobby Fuller fez uma baita versão que não é a original, essa do Buddy Holly e com o Sonny Curtis ainda no tempo dos Crickets.  Uma coisa que chama atenção pra mesma música tocada noutra onda é um rockão antigo dos anos 50/60 termina valendo ver não só por que é muito bom, mas pelo contraste que as duas versões tem.

Também sensacional é o vídeo… dentro de uma cela na cadeia com nego tocando baixo em cima de colchão de presidiário e uma menina sozinha fora da cela aos gritos, uma groupie solitária que dança com um guardinha bem faceira, um sarro.

Andy Chango x Indomables

Publicado em Clássico, Droga, Historinha, Mídia, Música, Rock, Televisão, Video, Vídeo de música, Ê TV por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 28, 2009

De la casi nada que separa el tanto de amistad entre yo y Diego Gvritz, de lo cual guardo cosas buenas, pero como era un mero redactor que a el ni sabe quien soy cabe tambien recordar que era un tipo movido a puro negocio. Esa cosa del negocio por el negocio demuenstra claramente la razon que redundo con el final de Duro de Domar en una ráfaga de estupidez que tuvo con Pettinato.

Emplear a un tipo como Mauro Viale es sintomatico, después sin criterio, a Fabián y cuando llegó a Pettinato alcanzando un suceso monstruo le dando la mano solo para echarle de una manera tan pelotuda y sabida…

Antes que digan, solo llamó a Fabio Alberti por que tenia una contrarespuesta por hacer a Pettinato, nunca por que PPT tenia una certeza ciega de darle a la gente un programazo. Nadie hace humor con acidez en el almuerzo es imposible.

Pero la mas pintoresca y loca pasaje de Mauro Viale por Indomables, que despues seria Duro de Domar y bué para un segundito y no más… quien contrata a Mauro tiene despues a Gianola, Petti y Alberti? Me hice entender… pero volviendo, Andy Chango… basta el nombre los videos abajo son la clara muestra de como el fue paciente y estaba arriba de todo el circo mediatico armado en aquel momento.

Andy salió fenomeno en un rincón tan cerradito, limitrofe intelectualmente y con una hipocrisia de mano dada con un moralismo asqueroso generado por cualquier ambiente en la grilla de tele que maneja Viale.

 

Espera

Publicado em Colorado, Filosofia, Futebol por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 28, 2009

Arrancaram a semana falando que o gre-nal do último domingo foi o pior jogo do clássico em anos, depois caí em mim, nem na Província de São Pedro o futebol que é mais pensado, físico na sepção da palavra e de muita aplicação aos sistemas pra não fazer o outro jogar é apreciado por torcida, imprensa ou seja lá o que mais for.

Negar o jogo mais intenso, remete ao exército do tal do Futebol Alegre, que nada mais é do que a alegria do adversário e expõe além de exigir de quem se propõe a executar um jogo assim a um esforço e abertura pro jogo do adversário desumanas, desse jeito se dá a bola pro adversário toda santa hora. O time vira um alvo, parece velório de pai de famílias, tem um filho de  cada pelo pra tudo que é lado.

O tal do futebol bonito é feio que dói, na verdade, considerado bonito pela mesma turma que vê beleza na bunda da mulher melância, tem uma grosseria estética de quinta categoria mas cai no gosto da tigrada. É decantado como lindo, lírico e lúdico. É na verdade horrendo e de uma falta de percepção do que se passa no jogo violenta.

O Inter desde que chegou o Mário Sérgio e ano passado fez com o Tite, soube prôpor o jogo devido, primeiro se anula o adversário pra depois jogar. Jogar atrás tranquilo que é uma invenção Confuciana, aprimorada por Maquiavel, é uma dissimulação das tuas pretensões dentro do jogo, pede esforço pra uma hora na qual só quem conhece o jogo percebe que existe esforço ( o mais decisivo deles ) em se defender, uma parte do jogo muito mal percebida e menosprezada por quase todo mundo. Pra atacar tu chega em 3,4 toques e pega o adversário a feição, morto, já que quem se fecha dá a bola pro adversário jogar e se atirar em cima deixando tudo aberto.

Que hoje o Inter vai jogar assim de novo é uma certeza, as convicções de  futebol do Mário Sérgio todas sempre passaram por reforçar atrás e saber que na frente as coisas também dependem do sistema de defesa. Os gols, quase todos, começam no fundo do campo e são consequência desse esforço defensivo.

Etiquetado como:, , ,

Acabei Com O Teu Ano Em 2 Minutos

Publicado em Clássico, Foto por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 25, 2009

5c019f68-3b47-3536-91c8-cde262bd4e67

Video Tape de Post: Apolítico Nem A Tua Mãe ( 9/03/09 )

Publicado em Video Tape de Post por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 21, 2009

Ando com idéias e pouco tempo, me ocorreu falar sobre a politização do Borges e do Bioy. Se é verdade que sempre tiveram asco ao Peronismo e a figura do General e da Evita mais ainda, me parece que o personalismo desse ódio é mais filho do classismo que do próprio personalismo em si.

É ser de uma cabacice imensa dizer que os dois eram apolíticos, essa afirmação ridiculariza a qualquer um. Bioy era oligarca e Borges altérrimo burguês, o que Perón fez pro Borges, colocando ele de burocrata na Biblioteca Nacional, foi tacanho, vingativo, Borges só teve uma atuação política de relevo na vida que foi a revolução de 30 com os incidentes envolvendo a Yrigoyen. A parte na qual se diz que era partidário de Onganía e nos anos 70 era simpático a Balbín pra derrubar Perón é mentirosa. É compreensível a bronca, eles tem seus motivos, mas isso não torna digno de concordância que fossem de maneira tão ferrenha anti Peronistas, já que isso desembocava em ser anti povo.

Se tratava o Peronismo de um regime dirigido aos interesses populares, era das massas,  rompeu com uma série de paradigmas numa sociedade dualista, elitizada e conservadora não passaria batido por gente acostumada a ter governos de si e para si. Peron e o Peronismo foram fenômenos que não só acarinharam como afirmaram e garantiram as massas inegáveis ganhos e um tratamento digno a gente pobre, como nunca foram tratados antes, eram só os cabezas, cabezitas negras. Perón faz surgir na Argentina um processo de inclusão social muito forte, inédito, incomodando fortemente a oligarquia.

Os almoços com Videla dos Bioy, dos Ocampo e do próprio Borges são manchas desagradáveis nas biografias deles e de qualquer um seria. Mas não existe documentação de atuação política ferrenha dos dois, eram naturalmente de direita mas nunca apoiaram as práticas genocidas dos governos da Junta Militar. Nunca foi anarco como se amava dizer que era a natureza política de Borges ou não envolvido com a política. Um anarco é duríssimo de se achar, um apolítico não existe.

Eram duas pessoas de vida e conhecimentos políticos parcos, tinhos outros interesses, viviam a literatura quase como dois drogados viviam o vício. A obra dos dois nunca foi objeto de nenhuma intervenção conservadora, anti popular de forma que fosse ligada com suas convicções nos campos de pensamento sobre a polítca. Bioy( e Silvina é mais que Bioy ) é gênio e Borges uma entidade, qualquer tipo de se fazer ligação da obra deles com a atuação política que tiveram é antes de leviana extremamente vã e ignorante.

Na obra do tão amado Pablo Neruda sim se nota que há uma boa vontade e sim, dito por mim que sou de esquerda, já que com Neruda se nota uma boa vontade imensa e gigante por suas convicções progressistas.

Gilberto Freyre, explicou o Brasil da Casa Grande e da Senzala, o Brasil formando-se tendo como ponto de partida o negro e até hoje pelo fato de suas convicções direitosas é evitado em diversos ciclos universitários e mesmo nos meios intelectuais, Freyre era de direita se considerou inglês por muito tempo e era mais intelectual que qualquer imbecil que rechaça ele por sua natureza de pensar a polítca. Pelo tempo que passou na Inglaterra e onde teve sua educação tanto que era alfabetizado em inglês antes do próprio português, era filho de família oligarca, isso ( a condição social ) parece ser um impossibilitador de elocubrações intelectuais de qualquer tipo pra um setor muito do furreca, porém barulhento e influente da esquerda.

É Freyre sobrepujado pelo genial e até mais capaz e vasto que ele no papel de biógrafo do Brasil, Darcy Ribeiro, de esquerda. Darcy explica o Brasil através do índio, na verdade, começa a explicação por aí e infelizmente não existe boa pré disposição em relação a ele devido a seu talento gigantesco e sim devido a suas convicções políticas. Também foi Darcy um homem de grandes realizações políticas e sobretudo, humanas, não se resumiu nunca a ser um teórico. É ótimo que haja mesmo sendo dentro de um espaço restrito, uma noção e respeito de quem foi esse que foi muito que um grande homem.

Agora, quando falo direita, quero falar de Mario Vargas Llosa, dos argentinos como Bioy e Borges e até de um canalha completo como Sábato, também do que escreve o Delfim Netto num editorial da nojentérrima mas necessária de ler Folha de São Paulo. Espero dos bons direitosos valores morais conservadores e proteção liberal em relação a suas convicções de economia.

Ou ainda pra falar de mais gente, sujeitos como Edmund Wilson um conservador erudito, que em Rumo a Estação Finlândia se demonstra interessantíssimo fazendo uma análise de ícones esquerda, parece como que feita por um forasteiro, é interessantíssimo ver ele da relação entre Bakunin e Marx e os pontos em comum que estabelece entre os dois. Chegando na controvérsia poderia se falar de alguém como Ezra Pound. De escolhas políticas de uma natureza horripilante, fascista, mas de inegável talento e capacidade artístisca, era um poeta de mão cheia.

Não me obriguem a falar de gente reacionária que é caçadora do Lula, do Obama dos Kirchner, Evo, Chavez sempre achando motivos que busquem esculhambar o progresso voltado pras camadas populares de alguma forma. Pessoas que são plenas apoiadoras dos massacres no Iraque e no Afeganistão, favoráveis a pena de morte e sem um tiquinho de erudição. Pessoas incultas, nem um pouco letradas, zero de leitura e bagagem cultural. São tomadas de ódio e ganas de extermínio por tudo que seja negro ou pobre, não são conservadores e transcedem o trogloditismo proposto pelo reacionarismo, desconhecem obviamente o por que da própria burrice. No fim são gente que se levadas a sério se tornam perigosas de serem lidas ou escutadas, como símbolos dessa imbecilidade me vem na cabeça um sujeito como Bill O´Reilly e o lacaio dos Civita, Diogo Mainardi.

Convicções políticas e capacidade de se construir uma obra artística recheada de primeira grandeza nunca foram aliados. Aliás, insisto com gente cujo talento é supervalorizado justamente pode dever isso quem sabe as suas convicções políticas, Neruda é o caso que mais se destaca pra mim. É um bom poeta, de alguns versos lindos mas nunca um mito, pelo menos de caneta na mão.

Aliás e pra terminar, tamanha era a aversão de Bioy ao tema da política que quando recebia Cortázar para jantar ficava nervoso com os anseios de discutir polítca do convidado. Terminando, não ser profundamente ligado a política de maneira especifica/socrática não despolitiza a nada nem ninguém, simplesmente faz de alguém um sujeito que vive fora do ciclo de discussão estabelecido pelas organizações oficiais da política. Apolítico, nunca, não existe.

Etiquetado como:

Seca

Publicado em Uncategorized por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 18, 2009

Sobra tempo, assunto mas não me vem nada.

Inspiração é uma cascata que alguém sem vontade de trabalhar inventou.

Mas ao menos aqui tem quase 200 textos, dava até pra puxar um lá do meio das grota mas eu já fiz isso antes…

Vai Fazer Falta

Publicado em América Latina, História, Música por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 7, 2009

Ultimamente ando escrevendo menos que nunca, meus compromissos outros todos só pedem presença de corpo, mais nada e que se diga o rei do Bitching About dessa vez tá cercado de gente muito querida. Um ano com isso aqui no ar e esse foi o máximo da minha vida pessoal que eu entreguei, calculado… mas na verdade sim me vem na cabeça um assunto, o de todo mundo desde domingo.

A Negra se foi. Judiaria, por mais esperado que já fosse, Mercedes Sosa vinha mal de saúde há tempos a derrubada final se deu quando começaram os inéditos problemas hepáticos. Sofria de depressão pesada e suas internações anteriores todas tiveram como origem problemas com os pulmões.

Os lugares comuns todos cabem… cantou o que viveu e viveu o que cantou, foi além de ser só uma cantora pra enquanto artista ser uma entidade honesta e brigadora pelos então afogados direitos civis, pouca gente mistura sem fazer pis e caca sua vida com sua obra. Foi presa, por horas, mas que se imagine que troço do caralho… foi presa ela junto com a platéia toda no meio de um show! Era em La Plata, 1979.

Cantou desde Alta Fidelidad, um senhor disco com músicas só do Charly Garcia no qual ela bota pra fuder num rockãozão com tudo aquilo de voz ( Cerca de la Revolucion a música ) indo até a Beth Carvalho, com quem cantou mais de uma vez. Muita gente acredita cegamente que foi uma cantora Folk e mais nada, nunca, foi uma cantora e de tudo.

Além de ter feito um discão com um dos grandes músicos populares desse lado de cá do mundo, existia entre Mercedes e Charly uma relação de amizade muito forte, maternal quase. Por mais de uma vez quando vivia duro e feito um mendigo de tão mal cuidado, quase morrendo literalmente, Mercedes pegava Charly no colo e lhe salvava o rabo.

Nunca teve uma ostensividade insuportável e babona que é típica de artistas metidos com política e geralmente são despolitizados. Imbecis que querem o Tibete livrem mas tampouco sabem o por que querem.

A Negra sabia, era defensora das liberdades plenas e sabia da grandeza que existia em pleitear isso e na verdade outra grandeza é fazer do envolvimento com a liberdade uma extensão dela.

Nasceu num 9 de julho, dia da pátria e morreu num 4 de outubro quando Violeta Parra nasceu. Essa foi uma mulher do cacete, em tempos de repressão deu a cara a tapa e metendo dedo na cara dessa gente de farda que matava sem discriminar ( aliás matar civis era o lado mais democrático dos regimes da Operação Condor na América Latina, não que fosse poupado quem estivesse por cima, mas corria os seus riscos).

Mercedes cantava feito doida, aquele vozeirão dava uma imposição imperial pra ela. Além disso e pra completar como se já não bastasse, sempre foi um papo de primeira, era interessante escutar o que tinha pra dizer sem música também.

Vai fazer falta.

Etiquetado como:

Chinelagem Banhada Em Ouro – Post Igualzinho No Diário Gauche

Publicado em Bizarro, Brasil por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Setembro 29, 2009

Vi no Diário Gauche uma parte da descrição DIFERENCIADA da festa de 15 anos de um fazedor de chinelos, chinalegem vende o cara é podre de rico. A Revista Piauí pega e dá no meio, os momentos de cafonice, atraso da nossa portentosa elite, a matéria na íntegra vai aqui….

http://docs.google.com/Doc?docid=0AblzluCSSXgJZGQ3eDhzcXdfNTNna2t6bWJocQ&hl=pt_BR

Rangers 0×3 Celtic; Campeonato Escocês, 29/04/01

Publicado em Clássico, Ficha Técnica, Futebol, História, Política, Religião, Vídeo de gols por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Setembro 27, 2009

Quando tem Rangers e Celtic é uma briga, não é um jogo o Old Firm como é chamado leva diferenças que vão muito além do campo, são diferenças sociais, de classe e religiosas.

O Rangers time da elite protestante que infla o lado mais nojento do clássico, fomentando uma espécie de ” superioridade protestante ” contra os Mics de verde. O Celtic católico com muita influência irlandesa e sempre com iniciativas institucionais de amenizar o clima de segregação.

Fazendo uma abertura de mercado, o Rangers com mais condições financeiras leva pro mercado local uma série de jogadores estrangeiros muitos já veteranos, mas com bom nome, Basile Boli é o primeiro exemplo que me vem, diziam que não era uma busca de mão de obra estrangeira mas uma abertura político-religiosa, já que muitos dos contratados eram católicos. Mais pra frente Caniggia jogou no Rangers ( e muito ).

Caía no Celtic desta vez a pecha de fomentador do segregacionismo, na verdade faltava grana pra trazer gente de fora, mas igualmente, nos anos 90 e nessa década foi uma dificuldade derrubada, Henrik Larsson, sueco, viveu a grande fase da carreira por lá.

Abaixo uma vitória do Celtic no campo do Rangers, Estádio de Ibrox, e por 3-0. Tinha um timaço o Celtic treinado pelo Martin O´Neill, que depois foi do 8 ao 80 pra ir parar  no zero com o Leeds.

Rangers: Klos; Moore, Konterman, Amoruso; Ricksen, Ferguson,Albertz,Numan;Wallace; Dodds e Tore Andre Flo. Técnico: Dick Advocaat

Celtic: Douglas; Mjallby, Vega, Valgaeren; Agathe, Lennon, Lambert, Thompson e Moravcik; Johnson e Larsson. Técnico: Martin O´Neill