Mas até 3.0

O Que É Ser?

Publicado em Uncategorized por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Dezembro 23, 2009

Sempre me levantou muita dúvida, talvez até falta de entendimento sobre a relação que qualquer um poderia, ou conforme tanta gente até hoje afirma que o ser humano é , suas questões subjetivas e finalmente depois em outro estágio sua relação com o aquilo que lhe seria exterior. Essa relação sujeito-objeto que é tão fundamental e elementar pra área do desenvolvimento do pensamento, sempre me pareceu em alguns pontos, jamais em todos, incompleto.

Sujeito subjetivo mais objeto é uma forma de perceber as coisas seguramente insuperável e demolidor de paradigmas, é o pensamento estabelecido pelo Kant, Hegel, Descartes e pelo Marx também. Por mais que hoje o melhor entendedor das relações históricas de instituição do poder em todas suas instâncias e nas milhões de circunstâncias que isso implicava seja tão menosprezado. Descartes que não dizia ” penso logo existo ” e sim ” duvido de tudo, logo preciso pensar e nunca ter certeza de nada ”. 

Hegel e toda uma maneira inédita de estabelecer uma relação com rigorosamente tudo que a ele cercava, supera em alguns muitos aspectos partes importantes da teoria do Descartes. O conhecimento amplo, como se dava, se gerava, era muito daquilo proposto por ele em toda sua obra e nem de perto tudo que tinha pra dizer. Já com Kant a estética transcendental basta pra que se note o tamanho da importância. A forma de pensar destes quatro tem no pensamento subjetivo parte fundamental, vital. 

Mas isso nunca me bastou, o subjetivismo sempre me pareceu ter alguma coisa faltando. E nele se fundamenta todo o pensamento contemporâneo.

Em oposição a isso, me convence mais o fato de que vai viver o ser humano em estado de projeção pra fora de si buscando justamente o sentido do que é o o ser, ontológico, e por aí não existe subjetividade nenhuma. Sim, é o Dasein do que eu falo, pra mim o Dasein do Heidegger, antes de mais nada o Dasein é o ser humano no mundo.

Não consigo ver nele nada além do ser, buscando compreender o que é o ser, como ente. A continuidade desse feito, dessa busca ontológica, se dá quando existe o ser sempre se projetando de si nessa procura vai sempre seguir correndo, existindo e faz isso por que sabe de uma coisa. Ele é finito, vai morrer e justamente por que vai morrer que busca suas respostas, isso faz do homem esse ser necessariamente angustiado. Quanto mais se angústia mais humano fica, angustiar-se é um processo de reflexão sobre si mesmo, verdade, que o exercício de indução mais genial e cruel rumo a angústia ( psicanálise ) é pra pouca gente, pouca mesmo. Requer uma capacidade intelectual e emocional que pouca gente tem. Pra entender que um determiando sofrimento que arde pode ser o mesmo posteriormente esclarecedor, ou pode ser simplesmente dor mesmo, não é um exercício fácil e nem pode.

A angústia leva ao nada e o nada pra o fato de entender, morrer é a única angústia comum e certeira.

Ser mortal é não saber que algumas coisas ocorrerão, outras nunca e quem sabe em outras exista uma frequência. Seja isso acordar de manhã, ver alguém que sempre se vê ou fazer outra vez alguma coisa que se prometeu nunca mais fazer e romper com essa promessa. Em um conto do Borges se chega em um ponto que ele joga pra cima, quem nunca vai morrer não diz tchau pra outra pessoa que nunca vai morrer, já que é impossível não se encontrarem outra vez dois imortais que vivem em um mundo tão pequeno pra sua falta de finitude. 

Morrer, a perespectiva de, é o que nos enche de vida, faz saber que talvez não haja outra vez. 

Lembrar das possibilidades do ser, do momento em que eu tomo não importa qual decisão, seja ir no mercado, me submeter a uma sessão de acupuntura, lavar as janelas da minha casa, enfim o que  for… só existe uma coisa que seguramente, sem margem alguma pro erro pode me acontecer que é morrer. Essa noção da finitude é fundamental. Essa é a única coisa que não podem fazer por mim, única que vai me acontecer. Lidar com isso implica em como tomar as decisões que devo, ou não, pra que entenda a mim, meu final e perceber isso é selar um pacto com a liberdade.

A grossa maioria, só pra não dizer todos nós, vive de uma maneira totalmente desumanizada e nem sabe, pouco se importa que vive em mundo dominado pela técnica de domínio sobre todas as coisas que são produzidas. A técnica, o uso de domínio dela dos seus detentores econômicos e polítcos, sobrepujou qualquer suspeita sobre como o ser humano se constrói, relaciona, constitui seus valores. Se induz esse tipo de comportamento, o sujeito é induzido a não pensar e jamais questionar. A publicidade e os meios de comunicações são as ferramentas que artificializam esse sujeito transformando em nada. 

Quem manda e tem o poder na mão induz o consumo e não que se viva, ao passo que dizem pra alguém o que dizer, comer, ler, ouvir, até como serem, incutem a idéia que podem eles, pelo consumo, acabar  por se fim em nome dessa mesma pessoa ou cliente. Quem vive assim na verdade não vive, se a minha opinião é a do Arnaldo Jabor, que fala em meios de alta difusão e com uma convicção de chefe de núcleo. Se adoro o Dan Brown é por que em alguma revista com mais fotos que letras dizia que ele era ótimo. Se vivo de convicções definitivas que duram um mês, sou alguém sem a capacidade de sair dessa linha, dessa multidão sem cérebro e senso crítico, no fim eu não sou eu. Eu sou o que os outros me mandam ser,  sou o Sujeito Sujeitado do Foucalt ou o Homem Inautêncitico do Heidegger.

Essa figura é oprimida e integralmente inexistente, não vive e aí existe uma tentativa de escape do feito de deixar de existir, coisa a qual está reduzida seu viver, isso vai acontecer com ela do mesmo jeito, ela também morre. Morreria alguém que não viveu e não seria uma pena, já que o falecido não teria a menor condição de notar isto, ele nunca foi nada sem saber, viveu como uma coisa na mão dos outros, não viveu.

Se o homem não vive, não se propõe a buscar, inserir-se no mundo ele não existe. No fim de tudo, sem tomada direta e objetiva de iniciativa não há o ser, o ser não existe em si só, o homem não existe.

Satan Klaus – Começo De Carreira.

Publicado em Clássico, Natal, Video por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Dezembro 18, 2009

Quem vê hoje não sabe… essa rica criatura vinda debaixo da terra já explicada aqui ( http://sergiohrds.wordpress.com/2008/12/09/satan-klaus/ ) teve um começo humilde, um sonoplasta chinelão e corria atrás da criançada em cima de uma Calói bem judiada. Duvidou?

Hoje peida beluga e no lugar de descendentes do Bambi tem é uns 8 lobos que deixa com fome antes de sair pra comemorar o aniversario 2009, do seu amigo Jesus ( não o porteiro mexicano ) já que como todos sabemos natal é a época do ano na qual o cadáver de Cristo sai da tumba e termina apavorando todo mundo. Como ele não queria assustar, dá presentes pra quem é igrejeiro e guarda uma cruzinha em casa.

Muitas vezes Satan Klaus já tentou convencer o JC a costear o alambrado e fazer uma parceria, a alegação é justa: ” Te cagaram de pau daquele jeito e tu foi enfiado a prego num sinal de mais gigante, pra completar onde tu mais faz sucesso hoje é na Universal e no Malafaia, porra… “.

Rescaldinho Da De Copa de 94 E Argentina 4×0 Grécia.

Publicado em Copa Do Mundo, Droga, Futebol, Vídeo de gols por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Dezembro 5, 2009

Na Copa de 94 a Argentina tinha um timaço, pra quem tanto puteava o Bilardismo voltava Futbol Whisky, era o Basile, filho do Huracán de 1973 com Menotti de treinador. Mais verdade ainda é que um time com quase 5 atacantes, talvez até 6 já que com a bola Chamot, subia e deixava o time mais aberto.

O Brasil não era vulnerável, e tinha com Branco, Bebeto, Romário, Jorginho muita contundência pra armar e definir. Muitas vezes contava com o Dunga lançando bola há quase 40 metros de distância.

Agora, eu não me esqueço do gol legítimo dos americanos anulado depois da expulsão do Leonardo, estava 0×0 ainda. Muito menos da mãozada do Branco no Overmars, antes do gol que carimbou o 3×2 contra a Holanda.

O rodízio de cartões pra Suécia e o salvo conduto dado pro Dunga caçar o Mild, camisa 18 sueco nas semis também não dá pra esquecer. Um amarelo e o Brasil teria outro capitão na final.

Que a Itália no apito e se peidando passou da primeira fase e não teve uma mão mas o corpo inteiro de quem apitava no jogo com a Nigéria nas oitavas é outra verdade, não anula a superação do time do Arrigo Sacchi e o bolão jogado pelos dois Baggio, Dino e Roberto.

O mais grosseiro dos lances veio na rodada seguinte, a cotovelada do Tassotti no Luis Enrique dentro da área, um penalti de concurso no fim do jogo e decisivo na eliminação da Espanha.

Nada é tão maniqueísta assim. A Itália só jogava mal pra gentalha da imprensa do Brasil, que com o tetracampeonato da seleção brasileira, teve que por muita coisa além do rabo no meio das pernas. Um time que se defendia com 4 zagueiros e 4 volantes, 8 mordendo, não deixava o adversário jogar, tinha Aldair na zaga o grande zagueiro brasileiro em anos, o time virado pra jogar a bola tanto pro Romário como pro Bebeto dois definidores de primeira grandeza.

A burrice de comparar o jogo do 11 como se fosse Maradona ou Roberto Baggio, esse sim o jogadoraço dessa Copa, vinda da imprensa esportiva brasileira faria sentido. Mas a idéia era criar um consenso falso em cima de uma situação inexistente. Inventaram que aquele time era domado pelo centro avante e não me perguntem como virou um consenso brasileiro dizer que o time de 94 foi carregado nas costas por um cara que calculava seus piques e não precisava de mais que 3 toques na bola pra jogar, fato que impossibilita um pouco de carregar o time nas costas, mas enfim… a idéia era tirar qualquer possibilidade de mérito da comissão técnica e dos jogadores jurados de morte e dados como inválidos por eles. Desde o dia em que ficou claro, Dunga, Taffarel, Branco Zagallo e Parreira iam pra Copa se sentiram ofendidos e declararam guerra, pediam Telê Santana.

Mas umas coisas pareciam mais claras ainda, desde antes de começar todo funçaredo nos US and A, a primeira era: Maradona não pode, e sim DEVE jogar esse Mundial que precisa de caras com nome pra ser um produto viável, mas ganhar não isso não podia.

O Elefante Amarelo que não ganhava nada há 24 anos, o praticante mais célebre do bretão e também dar a copa pro time que tinha imigrantes/cidadãos locais a dar com o pau no país local do ponto de vista político era uma idéia bem boa. Jogar Brasil e Itália na final era um arranjo dos sonhos.

Baggio, Branco e Baresi que 15 dias antes da abertura dos trabalhos não podiam andar e de acordo com os médicos um deles, Branco, tinha até uma lesão do tipo ” se jogar fica aleijado ” não foram submetidos a nenhum exame anti dopping quando entraram em campo saltitantes, que se comprovasse ali não tinha nada então. Agora adulterar um exame pra pegar um cara com um remedinho pra rinite? Franco Baresi abriu e operou o joelho menos de 24 horas da final e junto com outro demolido que era Roberto Baggio jogaram os 90 minutos do jogo mais os 30 da prorrogação com sol de 40 graus no lombo. Um remédio pra gripe vira droga por que comercialmente a Copa decolou e a figura do Maradona não é mais conveniente?

Antes de mais nada, seria inevitável a Argentina esbarrar em um adversário que se defendesse bem, era um time do Coco Basile e ali caíria, mas esse papo de Maradona drogado em 94? Basta. Os vícios do torneio foram outros e nenhum passa pela seleção argentina.

O jogo abaixo é uma das duas vitórias da Argentina nessa Copa, os 4×0 na Grécia, três gols do Batistuta e um Dele, numa jogada coletiva belíssima e mais limpa que todas as decisões que jogaram Brasil e Itália na final.

Super Copa Européia 2000: Galatasaray 2×1 Real Madrid

Publicado em Escalações, Ficha Técnica, Futebol, Vídeo de gols por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Novembro 29, 2009

Galatasaray

1-Taffarel; 2-Capone (14-Fatih 85), 4-Popescu, 3-Bülent Korkmaz, 57-H.Ünsal,
7-Okan (11-H.Sas 81), 5-Emre, 8-Suat, 10-Hagi (28-Bülent Akin 82), 22-Ümit,
9-Jardel. Treinador: Mircea Lucescu

Real Madrid

25-Casillas; 21-Geremi, 15-Helguera, 12-Iván Campo (17-F.Conceiçao 66),
3-Roberto Carlos, 16-Makelele, 6-Celades (2-M. Salgado 100), 10-Figo, 14-Guti
(22-Munitis 53), 11-Savio, 7-Raúl. Treinador: Vicente del Bosque.

Com Licença… Vou Peidar E Já Volto.

Publicado em Reflexão por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Novembro 22, 2009

Lugares com gente de opiniões distintas costumam ser os melhores pra se conviver, o conflito tem uma capacidade de harmonizar e humanizar quem vive nesse ambiente que é bastante menosprezada.

Agora pra realidade já que o conflito morreu, a primeira baixa, como se pode pedir enfrentamento de idéias quando todas as opiniões estão uniformizadas?

A bundamolização em série dos convivas todos e a pasteurização das maneiras de agir, ( tentar ) pensar, o moralismo patologicamente exarcebado, além de um prazer doentio em pensar no nível mais baixo e achar que o desafio de olhar mais além do próprio limite é loucura, não chateia e nem pede indignação mais, impõe isolamento urgente.

Aqui se vai falando em uma loucura considerada e imaginada pela portentosa e gloriosa maioria como se fosse demente, de quem bate com a cabeça na parede por gosto e vive sujando as pampers todo dia e toda hora.Inexiste possibilidade de felicidade ou normalidade que não as conhecidas por eles. Não fazem por maldade, simplesmente a cabeça deles não chega lá. A falta de compreensão sobre como as escolhas deles não são religiosamente definitivas assombra.

O grau de asco que alguém pode gerar começa na sua própria diferença em relação aos demais, sempre hegemônicos em maioria e hábitos, a tolerância é triste com essa diferença, ou viram freaks ou devem ter a sorte de estarem com um coelho na cartola e conseguir manter uma distância civilizada.

Essa transformação das pessoas e dos seus hábitos em coisas, descartáveis e seus hábitos concorrentes dos hábitos alheios com uma facilidade tremenda tira qualquer capacidade de busca pelo conflito. Argumentação rasa e poucas diferenças fazem um debate entre dois mudos, de mãos atadas, parecer mais interessante.

A transformação de hábitos culturais em hábitos de consumo além de nivelar tudo a uma baixeza que só é grande quando é baixa, congela qualquer possibilidade de progresso que qualquer um possa ter por iniciativa própria. Imposições dos meios de comunicação sobre como proceder e ser em tudo e o pior, hábitos de perpetuação dessa forma de ser já estão devidamente engendrados e prontos pro consumo do próximo produto disfarçado de idéia seguinte que incita igualmente a burrice, o preconceito e a falta de iniciativa intelectual.

Desistimula e muito conviver com uma juventude reacionária, homofóbica, racista, inculta e pior, ver no nervo por que cada um deles é o cachorrinho de quem quer que esteja com o chicote na mão. Não sei se é pior ver alguém podre ou é ver como e o que torna essa pessoa assim.

A contradição de hoje comer merda e ontem considerar isso a última coisa a ser feita, invocando até questões de princípios éticos pra sustentar a então convicção já beiram o rídiculo.

Gente sem capacidade pra formar uma frase querendo justificar suas escolhas? Eles não escolhem, só excluem e baseados nos preceitos mais imbecis que tem na matriz do raciocínio a aniquilação do diferente. Premissas das quais não fazem a menor idéia da existência ou do que se trata, não se faz idéia daquilo que é ( ou deveria ser ) o motivo das suas crenças, seguramente em algum shopping center se encontram esses valores.

Mais do que nunca as decisões se tomam simplesmente por que devem ser tomadas de forma na qual a pessoa seja coisificada e sempre, sem motivo nem razão, simplesmente tomadas, se a tv diz que é bom é bom e o meu amigo comprou um chapéu do Philip Marlowe, é por que eu nem sei quem é o Marlowe, mas a roupa dele é legal, meus amigos compraram numa loja ótima de marca que vai dar status comprar deles, não fazem nada mas são ótimos em copiar.

Ainda por cima a minha amiga ouviu no telejornal que agora todo mundo deve se vestir e ser como a Paris Hilton ( sim de Raymond Chandler até o deep bottom da coluna social rota hollywoodense ) disse? Então tá dito, então é isso aí mesmo. Tanta bomba de bosta caindo só dá vontade é de pegar o crachá de visitante e não me meter mais nisso.

Perdón, Que Horror! Solo Fue Un Chiste ( Es Peligroso… )

Publicado em Crime, Historinha, Política por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Novembro 11, 2009

carrio1Ser boquirroto es triste, presupone ser impulsivo de una manera bastante pelotuda, el boquirroto también suele ser alguién muy limitado intelectualmente, mas habla que piensa.

Peor que boquirroto es ser uno de esos y ser mal intencionado. Casi que una modalidad oculta de hablar mucha mierda, hacerlo buscando atención, creyendo que esta pegando fuerte a alguién, habla muchas cosas y como ya dijo la prima de Carrió ” quien se ocupa de hablar mal de los otros, está mal “.

Elisa Carrió, que ya llamó a medio mundo de fascista y ahora, hace cuatro años conectó y relacionó a Duhalde con el crecimiento del narcotrafico en la Argentina.

Eduardo no tiene capacidad para tanto, es un tipo repelente, pesimo gobernante, un hombre publico de cuarta, pero parte pesada del narco? Por favor.

Eduardo Duhalde es un chabón y mala mancha en la historia local recente, basta el recuerdo de los comienzos del siglo, en la epoca de los miles de presidentes en 3 meses. Pero la cosa cambia si cuidamos del contexto, Duhalde acusado de narcotraficante en un tribunal y por Carrió… convierte en un angelito el ex presi. Pero solo para ESTE proceso y nada más.

Ahorita mismo, a las 15h30, Carrió pidió disculpas, que nunca esas acusaciones salieron de su boca, y la corte acceptó. En un dia cuatro años de alegaciones sistematicas, graves se pudrieron y el cagazo de una sanción penal habló mas alto. Lilita sufrió con los golpazos electorales recientes que no la pusieron ni en la curta linea de las listas de la UCR. Esta acabando, se ahoga en su ridiculez.

Grita que uno era faccio, otro un derechoso en disfraz de peronista, siempre acusaciones mucha grita y nada más. Una version femenina y de la politica de Sanfilippo, pero con matices mastodonticos.

Que seriedad tiene alguién con una ímpar capacidad de cagar boca afuera las barbaridades que esa mujer caga? Siempre con una serie de defensas descabidas y vacias, llegó a un ponto en que Carrió defendio a Strossner! Fue en contra la ley del reconocimiento por ADN, pero lo que pasó hoy es que deja una marca rotunda sobre como se trata de una figura opaca, juvenil en sus actos que si es una irresponsable mal intencionada, pero loca y pasional como quieren venderla para justificarla? No.

A ver, si fuera loca, se agarraba con su condena en lo que dijo sobre Duhalde y haria una martir de si misma. Pero no, zafó su piel y mandó a la reputamadre todo lo que dijo de manera tan consistente por cuatro años, un ataque grave, decir que alguien es el responsable por como crece el narco de tu país es pesado.

Sus bajones electorales seguro que van a contener ese tipo de apariciones con dichos que ya cayeron en el ridiculo, nadie quiere oír a alguien sin un mandacto en la mano, Lilita va a desaparecer y luego no tendrá uno en la mano, eso será pronto, menos mal.

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Dá Um Tapa Na Tela Que Funciona, Remix

Publicado em Bizarro, Dá Um Tapa Na Tela Que Funciona por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Novembro 1, 2009

Quando se pode ver as maneiras com a qual os visitantes chegaram aqui deixa as coisas interessantes e de uma estranheza monstruosa. O WordPress disponibiliza até o exato endereço do link que jogou o sujeito pra dentro do teu blog, mas aí chega a parte genial, já que eles deixam outros jeitos de saber como te descobriram.

Tem quem procure por frases, palavras exatas e por elas chegam até esse antro de… ah isso aqui é um antro, isso se prova agora que eu vou passar a publicar os termos pesquisados, muitos que nem a mais remota ligação tem com o que tá disponível por aqui. Tem uns doidos mas daqueles bem doidos, procurando cada coisa que eu nem sabia eram alvo de procura. Nacionalidade de genitálias é uma dessas. Lá vai.

holanda 1994 2
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Gripe Suína Incident? Bobby Fuller, Clash

Publicado em Clássico, Gripe Suína Incident?, Música, Rock, Vídeo de música por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 30, 2009

I fought the law tem na versão do Clash uma coisa junto, parece que tem umas 30 pessoas brigando, é rápida e a esculhambação dessa multidão só dá consistência pra música, apatifando ela exatamente na mosca sem deixar que virasse uma coisa proibida de escutar. Resulta que em ficou bastante melhor que a original. Esse vídeo foi feito, na internet, deve existir uma versão do Clash mas todo esse que eu consegui é com cenas da polícia de Sanford, no Hot Fuzz.

Bobby Fuller fez uma baita versão que não é a original, essa do Buddy Holly e com o Sonny Curtis ainda no tempo dos Crickets.  Uma coisa que chama atenção pra mesma música tocada noutra onda é um rockão antigo dos anos 50/60 termina valendo ver não só por que é muito bom, mas pelo contraste que as duas versões tem.

Também sensacional é o vídeo… dentro de uma cela na cadeia com nego tocando baixo em cima de colchão de presidiário e uma menina sozinha fora da cela aos gritos, uma groupie solitária que dança com um guardinha bem faceira, um sarro.

Andy Chango x Indomables

Publicado em Clássico, Droga, Historinha, Mídia, Música, Rock, Televisão, Video, Vídeo de música, Ê TV por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 28, 2009

De la casi nada que separa el tanto de amistad entre yo y Diego Gvritz, de lo cual guardo cosas buenas, pero como era un mero redactor que a el ni sabe quien soy cabe tambien recordar que era un tipo movido a puro negocio. Esa cosa del negocio por el negocio demuenstra claramente la razon que redundo con el final de Duro de Domar en una ráfaga de estupidez que tuvo con Pettinato.

Emplear a un tipo como Mauro Viale es sintomatico, después sin criterio, a Fabián y cuando llegó a Pettinato alcanzando un suceso monstruo le dando la mano solo para echarle de una manera tan pelotuda y sabida…

Antes que digan, solo llamó a Fabio Alberti por que tenia una contrarespuesta por hacer a Pettinato, nunca por que PPT tenia una certeza ciega de darle a la gente un programazo. Nadie hace humor con acidez en el almuerzo es imposible.

Pero la mas pintoresca y loca pasaje de Mauro Viale por Indomables, que despues seria Duro de Domar y bué para un segundito y no más… quien contrata a Mauro tiene despues a Gianola, Petti y Alberti? Me hice entender… pero volviendo, Andy Chango… basta el nombre los videos abajo son la clara muestra de como el fue paciente y estaba arriba de todo el circo mediatico armado en aquel momento.

Andy salió fenomeno en un rincón tan cerradito, limitrofe intelectualmente y con una hipocrisia de mano dada con un moralismo asqueroso generado por cualquier ambiente en la grilla de tele que maneja Viale.

 

Espera

Publicado em Colorado, Filosofia, Futebol por Sérgio Henrique Ribeiro da Silva em Outubro 28, 2009

Arrancaram a semana falando que o gre-nal do último domingo foi o pior jogo do clássico em anos, depois caí em mim, nem na Província de São Pedro o futebol que é mais pensado, físico na sepção da palavra e de muita aplicação aos sistemas pra não fazer o outro jogar é apreciado por torcida, imprensa ou seja lá o que mais for.

Negar o jogo mais intenso, remete ao exército do tal do Futebol Alegre, que nada mais é do que a alegria do adversário e expõe além de exigir de quem se propõe a executar um jogo assim a um esforço e abertura pro jogo do adversário desumanas, desse jeito se dá a bola pro adversário toda santa hora. O time vira um alvo, parece velório de pai de famílias, tem um filho de  cada pelo pra tudo que é lado.

O tal do futebol bonito é feio que dói, na verdade, considerado bonito pela mesma turma que vê beleza na bunda da mulher melância, tem uma grosseria estética de quinta categoria mas cai no gosto da tigrada. É decantado como lindo, lírico e lúdico. É na verdade horrendo e de uma falta de percepção do que se passa no jogo violenta.

O Inter desde que chegou o Mário Sérgio e ano passado fez com o Tite, soube prôpor o jogo devido, primeiro se anula o adversário pra depois jogar. Jogar atrás tranquilo que é uma invenção Confuciana, aprimorada por Maquiavel, é uma dissimulação das tuas pretensões dentro do jogo, pede esforço pra uma hora na qual só quem conhece o jogo percebe que existe esforço ( o mais decisivo deles ) em se defender, uma parte do jogo muito mal percebida e menosprezada por quase todo mundo. Pra atacar tu chega em 3,4 toques e pega o adversário a feição, morto, já que quem se fecha dá a bola pro adversário jogar e se atirar em cima deixando tudo aberto.

Que hoje o Inter vai jogar assim de novo é uma certeza, as convicções de  futebol do Mário Sérgio todas sempre passaram por reforçar atrás e saber que na frente as coisas também dependem do sistema de defesa. Os gols, quase todos, começam no fundo do campo e são consequência desse esforço defensivo.

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